<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>Lançamentos — resumer</title><description>Produtos que acabaram de ser anunciados ou entraram à venda — inclusive campanhas de financiamento coletivo.</description><link>https://www.resumer.com.br/</link><language>pt-BR</language><item><title>Oracle lança JDK 27 e torna G1 padrão em toda a JVM</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-oracle-lanca-jdk-27-e-torna-g1-padrao-em-toda-a-jvm</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-oracle-lanca-jdk-27-e-torna-g1-padrao-em-toda-a-jvm</guid><description>A Oracle já projeta o JDK 28 para março de 2027, com seis JEPs definidos, incluindo mudanças do Project Valhalla.</description><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 22:31:54 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;A Oracle lança o JDK 27 em disponibilidade geral no dia 15 de setembro de 2026, com binários de produção sob licença GPL (código aberto). O lançamento reúne nove JEPs, quatro deles em preview e um em incubação, e torna o G1 o coletor de lixo padrão em todos os ambientes. O JDK 27 também ativa troca de chaves híbrida pós-quântica (resistente a ataques de computadores quânticos) no TLS 1.3, sem exigir mudanças no código de aplicações existentes.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Oracle formaliza o JDK 27 como Implementação de Referência da versão 27 da Java SE Platform. A especificação vem da JSR 402, dentro do Java Community Process (JCP).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O anúncio mira três públicos: desenvolvedores, empresas e usuários finais que já rodam aplicações Java em produção. Entre os JEPs do pacote final, um passa despercebido nas tabelas de recursos: o JEP 536, que oculta dados sensíveis do Java Flight Recorder (JFR) diretamente no processo, antes de gravar o arquivo de diagnóstico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ferramenta de monitoramento de desempenho passa a filtrar informações confidenciais sem depender de scripts externos para higienizar os registros depois de coletados. O lançamento chega como a segunda versão não LTS (sem suporte de longo prazo) desde o JDK 25, seguindo o ritmo semestral de versões do OpenJDK.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa cadência mantém o G1 e a criptografia pós-quântica como eixos centrais da atualização. Mas reserva espaço para ajustes de bastidor, como o JEP 536, que reforça a segurança operacional sem exigir mudança de código nas aplicações que já coletam dados com o JFR.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Especificação&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;JSR 402 (Java Community Process)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Cabeçalho de objeto&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Compacto por padrão, de 96 bits para 64 bits em arquiteturas de 64 bits&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Structured Concurrency&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Sétimo preview (JEP 533)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Vector API&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Décima segunda incubação (JEP 537)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Lazy Constants&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Terceiro preview (JEP 531)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Tipos primitivos em patterns&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Quinto preview (JEP 532)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Codificações PEM&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Terceiro preview (JEP 538)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Structured Concurrency e Vector API seguem em teste&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O JDK 27 mantém dois recursos de peso fora da versão final e isso importa para quem programa em produção. Structured Concurrency chega à sétima prévia (preview).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A API trata um grupo de tarefas relacionadas como uma unidade só: erro ou cancelamento em uma tarefa se propaga para as outras sem código extra de sincronização. Sete rodadas de ajuste mostram que o desenho ainda muda a cada versão, mas sinalizam que a Oracle se aproxima de travar a sintaxe definitiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Vector API soma doze incubações e continua fora do conjunto padrão do Java. Ela deixa o código escrever operações matemáticas em vetores, que o compilador transforma, em tempo de execução, nas instruções vetoriais que o processador oferece.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para usar, é preciso ativar o módulo manualmente — sinal de que a interface pode mudar sem aviso entre versões. Enquanto isso, o próximo lançamento já tem data: o JDK 28 sai em &lt;strong&gt;março de 2027&lt;/strong&gt; com seis JEPs mirados, entre eles JEP 539 (Strict Field Initialization) e JEP 401 (Value Classes and Objects), ambos do Project Valhalla, que promete objetos mais leves em memória.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Criptografia pós-quântica vem do JDK 24&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O JDK 27 é o segundo lançamento sem suporte de longo prazo desde o JDK 25, a última versão LTS (Long-Term Support, com manutenção estendida). A Oracle segue o ritmo semestral de lançamentos do OpenJDK, alternando versões experimentais entre os ciclos de suporte prolongado. A defesa contra computadores quânticos não nasce agora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O JDK 24 já trazia o JEP 496, com um mecanismo de encapsulamento de chaves, e o JEP 497, com assinatura digital resistente a ataques quânticos. Os dois prepararam o terreno para o JEP 527, que ativa a troca de chaves híbrida no TLS 1.3 neste lançamento. O JDK 27 também estreia o “Java Verified Portfolio”, um conjunto de ferramentas apresentado na JavaOne 2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele reúne o Helidon 27, framework para microsserviços, o JavaFX 27, biblioteca gráfica, e o Oracle Jipher 20, módulo de criptografia. As três peças completam o ecossistema que sustenta a nova versão do Java.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A partir do JDK 27, o layout padrão da JVM HotSpot muda: cabeçalhos de objeto compactos cortam o espaço reservado para metadados de cada instância. Em arquiteturas de 64 bits, o cabeçalho cai de 96 para 64 bits. A redução chega sem exigir recompilação ou ajuste manual de código; aplicações em produção herdam o corte de memória assim que migram para a nova versão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O calendário de evolução do Java já aponta o próximo passo. A Oracle projeta o JDK 28 para março de 2027, com seis JEPs definidos até aqui. Entre eles aparecem peças do Project Valhalla, como o JEP 539, sobre inicialização estrita de campos, e o JEP 401, que trata de classes e objetos de valor — mudanças que devem alterar como a linguagem representa dados na memória.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Oracle não detalha binários de outros fornecedores&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Preço ou custo de licenciamento do JDK 27 não é mencionado nas fontes.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-oracle-lanca-jdk-27-e-torna-g1-padrao-em-toda-a-jvm&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-17-oracle-lanca-jdk-27-e-torna-g1-padrao-em-toda-a-jvm.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Software</category><category>Mais comentados</category></item><item><title>IBM lança solução de desenvolvimento de software com IA</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-ibm-lanca-solucao-de-desenvolvimento-de-software-com-ia</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-ibm-lanca-solucao-de-desenvolvimento-de-software-com-ia</guid><description>A IBM prevê dobrar a produtividade no ciclo de desenvolvimento até 2028.</description><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 10:43:45 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;A IBM lançou a solução IBM Bob, um sistema de desenvolvimento de software impulsionado por IA. A ferramenta permite a criação de agentes e subagentes para tarefas paralelas.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A IBM apresentou a solução IBM Bob no evento Think 2026, em Boston, EUA. A ferramenta é um sistema de desenvolvimento de software impulsionado por IA, capaz de criar agentes e subagentes para tarefas paralelas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A IBM prevê dobrar a produtividade no ciclo de desenvolvimento de software até 2028. A solução inclui mecanismos de segurança e validação de sugestões antes de alterar código. O IBM Bob é compatível com linguagens como Java, RPG e COBOL.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa destacou o uso de ALSEA para aumentar a produtividade em desenvolvimento de software. A IBM apresentou a solução como parte de um esforço mais amplo para integrar inteligência artificial em seus produtos e processos. A solução é destinada a desenvolvedores que buscam modernizar e otimizar o desenvolvimento de software.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A IBM destacou o lançamento global da solução IBM Bob, com destaque para o evento Think 2026 em Boston, EUA. A empresa também ressaltou a disponibilidade para desenvolvedores que trabalham com linguagens como Java, RPG e COBOL.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Plataforma&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;IA&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Funcionalidade&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Criação de agentes e subagentes para tarefas paralelas; outra fonte: Pacotes premium para modernização de sistemas; outra fonte: Mecanismos de segurança e valid&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Comparativo&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;IBM Bob × IBM Watson&lt;/p&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;IBM Bob&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;IBM Watson&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Funcionalidade&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Criação de agentes e subagentes para tarefas paralelas&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Análise de dados e respostas baseadas em IA&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Objetivo&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Aumentar a produtividade no ciclo de desenvolvimento de…&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Melhorar a eficiência operacional e decisões empresariais&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Plataforma de IA acelera desenvolvimento com agentes paralelos&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Plataforma de IA acelera desenvolvimento com agentes paralelos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O IBM Bob ganha força com a plataforma de IA, que permite a criação de agentes e subagentes para tarefas paralelas. Isso acelera o desenvolvimento ao automatizar processos repetitivos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desenvolvedores podem usar Java, RPG e COBOL, linguagens ainda comuns em grandes corporações. A IBM destacou o uso de ALSEA, um recurso que aumenta a produtividade ao reduzir erros e acelerar a entrega de código. A solução é voltada para equipes que precisam lidar com sistemas complexos e que buscam eficiência sem descartar a experiência técnica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com essas funcionalidades, o IBM Bob se posiciona como uma alternativa.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;IBM expande IA para desenvolvimento de software&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;IBM expande IA para desenvolvimento de software&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A IBM lança o IBM Bob, uma solução de desenvolvimento de software com IA que acelera o ciclo de criação com agentes e subagentes. A ferramenta faz parte de um esforço maior da empresa para integrar inteligência artificial em seus produtos, visando modernizar o setor. Antes, a IBM já investia em IA com o Watson, focado em análise de dados e decisões empresariais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora, o Bob se concentra em produtividade, permitindo que desenvolvedores trabalhem em tarefas paralelas. A solução surge em um momento em que outras startups, como a Factory, também buscam usar IA para otimizar o desenvolvimento de software. A IBM, que já apresentou o Bob no Think 2026, reforça sua posição no mercado com uma abordagem mais direta para a criação de código.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;IBM Bob muda a forma de desenvolver software com IA, ganhando agilidade em tarefas paralelas e segurança em alterações de código. A solução inclui mecanismos de validação que reduzem erros e garantem a integridade do sistema. Isso permite que os desenvolvedores trabalhem com mais confiança, sabendo que sugestões feitas por agentes são verificadas antes de serem aplicadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A divulgação global começou no evento Think 2026 em &lt;strong&gt;maio de 2026&lt;/strong&gt;. Essa abordagem pode acelerar a migração de projetos antigos para plataformas mais eficientes.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Sem confirmação&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Preço da solução IBM Bob no Brasil não foi confirmado.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-ibm-lanca-solucao-de-desenvolvimento-de-software-com-ia&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-17-ibm-lanca-solucao-de-desenvolvimento-de-software-com-ia.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category><category>Software</category></item><item><title>ASUS lança quatro novos displays da linha ROG Ace para jogos</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-asus-lanca-quatro-novos-displays-da-linha-rog-ace-para-jogos</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-asus-lanca-quatro-novos-displays-da-linha-rog-ace-para-jogos</guid><description>ASUS não informou preço e data de chegada no Brasil</description><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 10:20:26 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;ASUS lança quatro novos displays da linha ROG Ace, incluindo o ROG Strix OLED XG27ACDMSR. O modelo oferece taxa de atualização de 320Hz e suporte a G-SYNC.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;, incluindo o ROG Strix OLED XG27ACDMSR. Os novos displays têm taxas de refresh de 720Hz, 540Hz, 360Hz e 10Hz. O ROG Strix OLED XG27ACDMSR tem resolução de 2560×1440, brilho de 300 nits e até 1.300 nits em HDR.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Suporta DisplayHDR 500 True Black, 99% DCI-P3 e 10 bits. O display inclui BlackShield, que melhora a resistência a riscos e a qualidade de preto em ambientes claros. A tela também tem tempo de resposta de 0,03ms GTG e conectividade com DisplayPort 1.4, HDMI 2.1 e USB-C.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ASUS também lançou internacionalmente a nova laptop TUF Gaming 16 (2026) com tela de 144Hz. O mercado de jogos é altamente competitivo, com concorrentes como Samsung, LG e Dell também lançando novos modelos com especificações semelhantes. O modelo básico da TUF Gaming 16 (2026) inclui GeForce RTX 5050, processador Core i5-14450HX, 16 GB de RAM e 512 GB de SSD.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A linha ROG Ace mostra avanços em taxa de atualização e qualidade de imagem, com modelos que chegam a 720Hz em alguns displays.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ASUS ROG Strix OLED XG27ACDMSR oferece resolução de 2560×1440, que permite imagens nítidas e detalhadas em jogos. A taxa de atualização de 320Hz faz com que os movimentos fiquem mais suaves e responsivos, especialmente em títulos rápidos. O brilho de 300 nits garante visibilidade em ambientes com luz, enquanto o modo HDR eleva o contraste e a saturação de cores em cenas mais escuras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esses recursos ajudam jogadores a manterem vantagem em partidas exigentes, com menos paralaxe e mais precisão. A combinação de alta resolução e taxa de atualização elevada ganha imersão. O display também conta com tecnologia BlackShield, que reduz o brilho em áreas de fundo para prolongar a vida útil da tela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A conectividade inclui portas HDMI 2.1 e DisplayPort 1.4, permitindo a transmissão de sinais de alta velocidade e qualidade. Esses recursos mantêm o desempenho do sistema, sem perder nitidez ou precisão em jogos intensos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Brilho (HDR)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;1.300 nits&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;DisplayHDR&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;500 True Black&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Espaço de cores&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;99% DCI-P3&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Profundidade de bits&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;10 bits&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Tecnologia de sincronização&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;AMD FreeSync Premium Pro e G-SYNC&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;BlackShield&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;2,5 vezes mais resistência a riscos e 40% mais níveis de preto em ambientes claros&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Conectividade&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;DisplayPort 1.4 com DSC, HDMI 2.1, USB-C com 15W PD&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Preço e disponibilidade&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Versão&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Preço&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Mercado&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Disponibilidade&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;ROG Strix OLED XG27ACDMS&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;US$ 649&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Estados Unidos&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;não informado&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;ASUS avança com tecnologia avançada em displays para jogos&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A ASUS tem longa tradição em produtos para jogos, com linhas como ROG e TUF Gaming. A empresa já oferecia displays de alta qualidade, mas agora avança com especificações ainda mais robustas. A evolução da linha mostra o foco da ASUS em melhorar a experiência de jogos com tecnologia avançada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A taxa de 720Hz permite que a imagem se atualize mais vezes por segundo, melhorando a fluidez em jogos de ação rápida. O ASUS ROG Strix OLED XG27ACDMSR ganha precisão em movimentos rápidos e reduz a latência com 320Hz de atualização. O BlackShield do ROG Strix OLED XG27ACDMSR melhora a resistência a riscos em 2,5 vezes e intensifica os níveis de preto em 40% em ambientes claros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A simulação de tela de 24,5 polegadas (57 cm) e a conectividade com DisplayPort 1.4 e HDMI 2.1 ampliam a flexibilidade para diferentes setups. A ASUS também lança a TUF Gaming 16 (2026) com tela de 144 Hz e GPUs de 85 W, integrando a nova tecnologia em dispositivos móveis.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Preço e data no Brasil não informados&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Preço das outras versões não informado&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-asus-lanca-quatro-novos-displays-da-linha-rog-ace-para-jogos&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-17-asus-lanca-quatro-novos-displays-da-linha-rog-ace-para-jogos.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category></item><item><title>Huawei lança Mate XT 2 com dobradiça inovadora e chip Kirin 9050 Pro</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-huawei-lanca-mate-xt-2-com-dobradica-inovadora-e-chip-kirin-9050-pro</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-huawei-lanca-mate-xt-2-com-dobradica-inovadora-e-chip-kirin-9050-pro</guid><description>O modelo é parte da linha Mate, que tem se destacado por inovações em design e tecnologia</description><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 09:40:15 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;A Huawei lança o Mate XT 2 com dobradiça inovadora e chip Kirin 9050 Pro. O novo smartphone chega às lojas chinesas em &lt;strong&gt;12 de setembro de 2026&lt;/strong&gt;. O preço no Brasil ainda não foi confirmado.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O modelo é equipado com um chip Kirin 9050 Pro, que oferece um desempenho 42% superior ao Kirin 9030 Pro. A tela interna do Mate XT 2 mede 10,2 polegadas com resolução 2232×3184, enquanto a tela frontal tem 6,5 polegadas. A bateria de 5600 mAh, com carregamento 66W e 50W sem fio, garante autonomia para o dia inteiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Mate XT 2 também inclui uma tela de privacidade, um recurso que reforça a segurança de dados. A linha Mate da marca tem se destacado por inovações em design e tecnologia, e o Mate XT 2 segue essa tradição com uma dobradiça inovadora que permite um dobramento suave e preciso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O modelo também tem uma tela de privacidade, que adiciona camada de segurança para dados sensíveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A tela interna, de 10,2 polegadas, oferece resolução 2232×3184, que permite detalhes nítidos em vídeos e jogos. A tela de privacidade, que bloqueia a visão de outros usuários, ganha mais utilidade em ambientes compartilhados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o modelo mantém a tela frontal, que pode ser usada para tarefas secundárias. A tela interna, maior que a do antecessor, pode ser usada como um tablet, mas pesa mais. O novo chip Kirin 9050 Pro, que roda 42% mais rápido que o Kirin 9030 Pro, faz com que o aparelho execute tarefas complexas com mais fluidez. A tela interna, com resolução elevada, pode ser usada para assistir a filmes em alta qualidade, mas ainda não há informações sobre a duração da bateria em uso contínuo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa já lançou o Mate XT, seu primeiro tri-fold, com dobradiça para fora. Agora, o Mate XT 2 usa uma nova arquitetura de dobradiça para dentro, protegendo a tela quando fechado. Essa mudança pode ser uma resposta a rivais que já dobraram há dois anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A nova dobradiça também permite uma tela interna de 10,2 polegadas com resolução 3K, algo que a concorrência ainda não oferece.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-huawei-troca-venda-direta-por-rede-de-mais-de-10-mil-grids-na-china&quot;&gt;Huawei&lt;/a&gt; Mate XT 2 ganha uma nova estrutura de dobradiça que reduz o desgaste mecânico e aumenta a estabilidade ao dobrar. A tela interna de 10,2 polegadas, com resolução 2232×3184, oferece mais espaço para multitarefas e conteúdo em alta definição. A tela frontal de 6,5 polegadas complementa a experiência, enquanto a tela de privacidade reforça a segurança dos dados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Mate XT 2 tem bateria de 5600 mAh, o que sustenta uso intenso por longas horas. O carregamento de 66W acelera a recarga, enquanto o carregamento sem fio de 50W oferece conveniência.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Chipset&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Kirin 9050 Pro&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Preço e disponibilidade&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Versão&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Preço&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Mercado&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Disponibilidade&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;16GB + 256GB&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;19.999 yuans (≈ US$ 2.982)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;China&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Disponível para venda no VMall [fonte 5]&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Preço no Brasil e data de lançamento não confirmados&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Preço do Huawei Mate XT 2 no Brasil não foi confirmado por todas as fontes.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-huawei-lanca-mate-xt-2-com-dobradica-inovadora-e-chip-kirin-9050-pro&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-17-huawei-lanca-mate-xt-2-com-dobradica-inovadora-e-chip-kirin-9050-pro.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category><category>Software</category></item><item><title>NVIDIA lança TensorRT Edge-LLM para acelerar agentes de IA na borda</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-nvidia-lanca-tensorrt-edge-llm-para-acelerar-agentes-de-ia-na-borda</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-nvidia-lanca-tensorrt-edge-llm-para-acelerar-agentes-de-ia-na-borda</guid><description>Em outro benchmark, o sistema GB300 NVL72 da fabricante treina o modelo DeepSeek-V3, de 671 bilhões de parâmetros, em 2,02 minutos com 8.192 GPUs.</description><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 03:08:14 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;A NVIDIA lança o TensorRT Edge-LLM, software que acelera agentes de IA em 6,4 vezes no Jetson AGX Thor. A ferramenta integra o MLPerf Edge Agentic Benchmark e mira o novo perfil de agentes de IA, que migram da nuvem para veículos e robôs. Esses agentes encadeiam passos como seleção de ferramentas e raciocínio contínuo, diferente de chatbots que só respondem perguntas isoladas.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-nvidia-lanca-rtx-pro-5500-blackwell-para-cargas-de-ia-em-rack&quot;&gt;NVIDIA&lt;/a&gt; anuncia o TensorRT Edge-LLM em post no blog oficial para desenvolvedores, publicado nesta semana. A empresa explica que o novo fluxo de trabalho dos agentes impõe uma exigência distinta dos chatbots tradicionais: gerar tokens (as unidades de texto processadas pelo modelo) com velocidade suficiente para sustentar decisões em tempo real. Cada etapa do raciocínio depende da anterior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A companhia soma esse lançamento a outro resultado, obtido em benchmark separado: o MLPerf Training v6.0, voltado a treinamento de modelos, não à inferência em borda que o Edge-LLM mira. Nele, o sistema GB300 NVL72 lidera as marcas do setor ao conectar 72 GPUs Blackwell Ultra e 36 CPUs Grace por NVLink, a interconexão de alta velocidade da própria NVIDIA entre processadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com essa arquitetura, a empresa treinou o modelo DeepSeek-V3, que soma 671 bilhões de parâmetros e usa a técnica MoE (mistura de especialistas, que ativa só partes da rede por tarefa), em 2,02 minutos, com 8.192 GPUs trabalhando em paralelo. Os dois anúncios reforçam a mesma estratégia: a NVIDIA amplia o alcance do TensorRT-LLM, seu pacote de software para inferência, tanto para data centers quanto para dispositivos fora da nuvem. A avaliação de resultados pelo próprio agente — um dos passos que o distingue de um chatbot comum — também exige esse ritmo de processamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ganho de velocidade do TensorRT Edge-LLM aparece no título do post oficial da NVIDIA, mas o texto não detalha a metodologia por trás do número. Para quem desenvolve agentes de IA embarcados, isso significa mais passos de raciocínio executados por segundo no mesmo hardware, sem trocar a placa do robô ou do veículo. A NVIDIA também trouxe, no mesmo material, dados de um benchmark separado: o MLPerf Training v6.0, que mede treinamento de modelos gigantes na nuvem, não inferência de borda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ali, o sistema GB300 NVL72 liderou os resultados: o treinamento levou pouco mais de dois minutos, com 8.192 GPUs simultâneas. Os dois benchmarks resolvem problemas diferentes — o Edge Agentic mede a velocidade de resposta do agente no dispositivo físico, enquanto o Training v6.0 mede a velocidade de treino antes da distribuição dos modelos. A NVIDIA cita o segundo caso para mostrar que domina as duas pontas da cadeia, da nuvem até o hardware dentro do robô.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Ganho de desempenho&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;6,4x mais rápido no Jetson AGX Thor&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Modelo treinado (contexto)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;DeepSeek-V3, 671B parâmetros (MoE)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;TensorRT-LLM ganha capítulo dedicado à borda&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O TensorRT Edge-LLM nasce como extensão do TensorRT-LLM, pilha de inferência que a NVIDIA já mantém para servidores e nuvem. A empresa estende essa base para o Jetson AGX Thor, hardware voltado à robótica e veículos autônomos. O movimento acompanha a migração de agentes de IA de múltiplas etapas do data center para o dispositivo — um padrão recente da companhia, que busca dominar os benchmarks do consórcio MLCommons.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em treinamento, a NVIDIA varreu o MLPerf Training v6.0 e liderou cada teste do ciclo com hardware de geração mais recente. A própria empresa chama o resultado de varredura completa. Agora a disputa migra para a inferência de agentes na borda, terreno também ocupado por pilhas concorrentes como vLLM e SGLang, citadas pela comunidade de desenvolvedores ao lado do TensorRT-LLM. A NVIDIA não cita, no post, resultados de rivais nesse benchmark específico de agentes — só reforça a evolução da própria pilha.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Agentes redefinem a régua de desempenho&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O TensorRT Edge-LLM desloca o critério de desempenho na borda: não basta responder rápido, é preciso sustentar uma sequência de decisões sem perder velocidade. Um agente escolhe uma ferramenta, avalia o resultado e decide o próximo passo. Essa cadeia repete chamadas ao modelo a cada tarefa e expõe qualquer gargalo com mais força do que uma pergunta única de chatbot.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A NVIDIA conecta essa mudança ao MLPerf Edge Agentic Benchmark, que passa a comparar hardware e software de borda pelo fluxo completo do agente, e não por uma resposta isolada. Fabricantes de robôs, veículos autônomos e outros dispositivos ganham um parâmetro comum para medir se seus sistemas suportam esse tipo de carga antes de tirar o modelo do data center. A comparação entre diferentes fornecedores deve aparecer nas próximas rodadas do próprio MLPerf.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Sem data de lançamento nem preço confirmados&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Data de lançamento ou disponibilidade do TensorRT Edge-LLM não confirmada nas fontes&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Ganho de 6,4x aparece apenas no título/URL, sem confirmação no corpo do texto da fonte&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-nvidia-lanca-tensorrt-edge-llm-para-acelerar-agentes-de-ia-na-borda&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-17-nvidia-lanca-tensorrt-edge-llm-para-acelerar-agentes-de-ia-na-borda.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category><category>Software</category></item><item><title>OpenAI, TikTok e Meta lançam ferramentas de IA para gerenciar anúncios</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-openai-tiktok-e-meta-lancam-ferramentas-de-ia-para-gerenciar-anuncios</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-openai-tiktok-e-meta-lancam-ferramentas-de-ia-para-gerenciar-anuncios</guid><description>Segundo a Meta, o retorno médio dos anúncios na plataforma sobe 25% desde 2022.</description><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 03:08:14 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;*OpenAI, TikTok e Meta lançam nesta semana recursos de inteligência artificial que assumem a criação, a gestão e a otimização de campanhas publicitárias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A OpenAI testa o recurso Sponsored Agents, que inicia conversas com agentes patrocinados por marcas dentro do ChatGPT. O acesso está restrito, por enquanto, a anunciantes selecionados nos Estados Unidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O TikTok abre o Agentic Hub, um marketplace de agentes de IA para campanhas. Já a Meta apresenta a Brand Memory e o Creator Marketing Hub no Cannes Lions 2026.*&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A OpenAI soma o plugin Ads Manager às suas ferramentas de publicidade. O plugin deixa anunciantes criar, atualizar e analisar campanhas dentro do ChatGPT por comandos em linguagem natural, sem código.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa integra o ChatGPT Ads a dois parceiros externos: o CRM HubSpot (software de gestão de contatos comerciais) e a plataforma de e-commerce Shopify. A integração já está disponível para lojistas nos Estados Unidos e chega a outros mercados a partir de &lt;strong&gt;23 de setembro&lt;/strong&gt;. Qualquer empresa pode se cadastrar na plataforma em ads.openai.com.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fora da tela, a OpenAI lança a campanha “Reimagined with ChatGPT Images”, feita com o gerador ChatGPT Images 2.0. As peças ocupam outdoors em Detroit, Nova York, Chicago e Los Angeles, veiculados pela Outfront Media.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O TikTok monta o Agentic Hub sobre um MCP Server, protocolo que conecta agentes de IA a funções como configuração de audiência e leitura de relatórios de desempenho. Uma das primeiras AI Skills (funções especializadas) do hub usa o Seedance 2.0, modelo de geração de vídeo da ByteDance que transforma uma peça publicitária de referência em uma nova versão do anúncio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Meta fecha parceria com a agência WPP para integrar suas ferramentas ao WPP Open. A empresa diz ainda que cada &lt;strong&gt;US$ 1&lt;/strong&gt; aplicado em anúncios na plataforma rende em média &lt;strong&gt;US$ 4,13&lt;/strong&gt; em receita para anunciantes, alta de 25% desde 2022.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;OpenAI Ads Manager&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Criação e análise de campanhas via prompts em linguagem natural&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;OpenAI parceiros ChatGPT Ads&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;HubSpot (CRM) e Shopify (e-commerce)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Expansão ChatGPT Ads Shopify&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Internacional a partir de 23 de setembro&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Campanha OOH OpenAI&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;ChatGPT Images 2.0 em Detroit, Nova York, Chicago e Los Angeles via Outfront Media&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;TikTok Agentic Hub&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Marketplace de AI Skills baseado em TikTok for Business MCP Server&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;AI Skill Seedance 2.0&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Modelo de geração de vídeo da ByteDance para transformar peça de referência em novo anúncio&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Shopify ganha ChatGPT Ads fora dos EUA&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Até então, só comerciantes americanos rodavam campanhas direto na plataforma; a expansão abre a porta para lojas de outros países testarem anúncios sem sair do chat. A OpenAI também sai do ambiente digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A campanha “Reimagined with ChatGPT Images” usa o ChatGPT Images 2.0 para gerar as peças e ocupa outdoors de Detroit, Nova York, Chicago e Los Angeles, veiculados pela Outfront Media. É a primeira vez que a empresa testa o próprio gerador de imagens em publicidade externa, fora da tela. Na Meta, o número que sustenta as novas ferramentas vem de mais de 1 milhão de campanhas analisadas: cada &lt;strong&gt;US$ 1&lt;/strong&gt; investido em anúncios gera em média &lt;strong&gt;US$ 4,13&lt;/strong&gt; em receita, alta de 25% desde 2022. O dado mostra por que a empresa aposta em IA para criação e distribuição — quanto maior o retorno médio, mais fácil justificar orçamento extra em Brand Memory e no Creator Marketing Hub.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;De assistente a agente que decide sozinho&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O TikTok chama sua nova ferramenta de terceira geração de IA publicitária. Antes vinha o assistente, que sugeria ideias; depois o copiloto, que ajudava a executar; agora chega o agente, que toma decisões e roda a campanha sozinho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Meta segue caminho parecido, mas parte de outro ponto: usava inteligência artificial sobretudo para medir resultado de anúncio e agora estende a tecnologia para a etapa de criação, com parcerias que incluem agências como a WPP.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse avanço muda o desenho do mercado. Publicidade digital era território dominado por Google e pela própria Meta, mas a chegada da OpenAI ao ChatGPT Ads abre uma frente nova, disputada por quem controla o chatbot que usuários já usam todos os dias. TikTok, Meta e OpenAI competem, cada uma a seu modo, para transformar a campanha publicitária em tarefa executada pela IA, do texto ao anúncio pronto.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Anúncio vira porta de entrada para conversa&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O anúncio deixa de ser espaço estático e vira porta de entrada para uma conversa entre marca e usuário. O clique não leva mais a uma página externa: abre um diálogo dentro do próprio aplicativo, seja no ChatGPT, no TikTok ou nas redes da Meta. Para as equipes de marketing, o trabalho muda de lugar — em vez de configurar campanhas em painéis, o time passa a orientar agentes com comandos e dados próprios da marca, como catálogo de produtos e histórico de atendimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa integração aproxima sistemas antes separados, como o de relacionamento com o público e a plataforma de anúncios, e coloca o agente no centro da operação. Quem quiser testar as ferramentas pode se cadastrar em ads.openai.com, porta de entrada da OpenAI para o novo modelo de publicidade conversacional.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Preço e disponibilidade fora dos EUA seguem incertos&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Data exata de lançamento do TikTok Agentic Hub não é mencionada nas fontes&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-openai-tiktok-e-meta-lancam-ferramentas-de-ia-para-gerenciar-anuncios&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-17-openai-tiktok-e-meta-lancam-ferramentas-de-ia-para-gerenciar-anuncios.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Software</category></item><item><title>Apple lança iPhone 18 Pro com câmera de abertura variável</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-apple-lanca-iphone-18-pro-com-camera-de-abertura-variavel</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-apple-lanca-iphone-18-pro-com-camera-de-abertura-variavel</guid><description>Nos Estados Unidos, o iPhone 18 Pro Max troca o modem próprio Apple C2 por um chip Qualcomm, enquanto o restante do mundo mantém o componente da Apple.</description><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 02:39:24 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;A Apple apresentou o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max em 9 de setembro de 2026, em Cupertino, Califórnia. Os dois modelos ganham a câmera Fusion principal de 48 MP com abertura variável pela primeira vez em um iPhone. Seis lâminas cortadas a laser ajustam a peça e controlam profundidade de campo e entrada de luz. Nos Estados Unidos, o iPhone 18 Pro parte de &lt;strong&gt;US$ 1.199&lt;/strong&gt; e a pré-venda começou no sábado, &lt;strong&gt;12 de setembro&lt;/strong&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-apple-classifica-ultimo-imac-intel-de-21-5-polegadas-como-vintage&quot;&gt;Apple&lt;/a&gt; equipa os dois modelos com o chip A20 Pro, que ganha uma câmara de vapor de nova geração e dissipa calor em tarefas pesadas. O processador roda o iOS 27, sistema que ganha recursos de Apple Intelligence e a nova Siri AI, assistente com respostas mais contextuais. Os aparelhos chegam em quatro cores: preto, prateado, glacial e o novo bordô.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos Estados Unidos, o &lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-15-camera-e-chip-do-iphone-18-pro-exigem-novos-acessorios&quot;&gt;iPhone 18 Pro&lt;/a&gt; Max parte de &lt;strong&gt;US$ 1.299&lt;/strong&gt; na versão de 256 GB, com o mesmo reajuste aplicado ao modelo menor. Depois da pré-venda de sábado, as lojas físicas recebem os dois aparelhos na sexta-feira, &lt;strong&gt;18 de setembro&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A dupla mantém o modem Apple C2 como padrão fora dos Estados Unidos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Processador&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;A20 Pro&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Câmera principal&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Fusion 48 MP com abertura variável e seis lâminas cortadas a laser&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Reprodução de vídeo (iPhone 18 Pro)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;36 horas&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Preço e disponibilidade&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Versão&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Preço&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Mercado&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Disponibilidade&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;iPhone 18 Pro 2TB&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;US$ 2.399&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Estados Unidos&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;pré-venda&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;iPhone 18 Pro Max 2TB&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;US$ 2.499&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Estados Unidos&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;pré-venda&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;iPhone 18 Pro&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;1.489 euros&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Itália&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;loja online&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Modem muda conforme o país de venda&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O iPhone 18 Pro leva tela de 6,3 polegadas e bateria de 4.056 mAh. O Pro Max sobe para tela de 6,9 polegadas e bateria de 5.391 mAh.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A diferença aparece na autonomia: o Pro Max roda até 45 horas de vídeo, contra 36 do irmão menor. A conectividade também separa os dois aparelhos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O iPhone 18 Pro usa o modem Apple C2 em qualquer país. O Pro Max muda de peça conforme o mercado: fora dos Estados Unidos leva o mesmo C2, e nas unidades americanas roda com um modem Qualcomm, possivelmente o Snapdragon X80.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A escolha reflete o esforço da Apple para reduzir a dependência de fornecedores externos sem abrir mão de desempenho de rede nos EUA, onde a Qualcomm ainda entrega cobertura mais testada. A tela maior do Pro Max pede duas mãos com mais frequência, mas rende mais espaço para multitarefa e leitura de tela.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;IPhone Duo assume o posto de mais caro&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O iPhone 18 Pro e o Pro Max substituem a linha iPhone 17 Pro e chegam US$ 100 mais caros nos Estados Unidos. A Apple atribui a alta ao sistema de câmera com abertura variável e ao chip A20 Pro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas pela primeira vez os modelos Pro não lideram o catálogo em preço. Esse posto passa para o iPhone Duo, o primeiro iPhone dobrável da marca, apresentado no mesmo evento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Apple também renovou o Apple Watch, com as linhas Series 12 e Ultra 4, e lançou o AirPods 5.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Samsung e Google já exploram recursos parecidos em seus aparelhos principais, e a Siri AI entra como resposta direta da Apple a esses concorrentes. A abertura variável na câmera Fusion é a aposta própria da Apple nessa disputa.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Joswiak fala em salto, não em ajuste&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Greg Joswiak, vice-presidente sênior de marketing global da Apple, resume o pacote de mudanças do iPhone 18 Pro como um salto, não um ajuste. “Com o iPhone 18 Pro, fizemos avanços nas áreas que mais importam para os usuários: câmera, desempenho, bateria e inteligência. Não foram apenas melhorias graduais; demos grandes saltos para criar o melhor iPhone Pro que já fizemos”, diz o executivo, em tradução livre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A fala reforça o discurso da Apple: a câmera Fusion e o chip A20 Pro são mudanças estruturais, não apenas atualização anual. Joswiak também citou a facilidade para capturar fotos e vídeos como parte do avanço, mas não detalhou recursos além dos já anunciados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A abertura variável muda o método de trabalho da câmera: em vez de simular profundidade de campo só por software, a Fusion controla fisicamente a entrada de luz na lente. Isso libera o A20 Pro de parte do processamento que antes cuidava do desfoque digital em tempo real. O chip ganha esse espaço térmico livre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A câmara de vapor de nova geração dissipa o calor gerado por rotinas contínuas de inteligência artificial, como as respostas da Siri AI, sem queda de desempenho por superaquecimento. Juntas, as duas mudanças levam o iPhone a processar mais tarefas de imagem e assistente no próprio aparelho, com menos dependência da nuvem. O desenho chega às lojas físicas dos Estados Unidos em &lt;strong&gt;18 de setembro de 2026&lt;/strong&gt;, quando o iPhone 18 Pro e o Pro Max ficam disponíveis fora do modelo de pré-venda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Apple não confirma preço no Brasil&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Preço oficial no Brasil não informado nas fontes.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-apple-lanca-iphone-18-pro-com-camera-de-abertura-variavel&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-17-apple-lanca-iphone-18-pro-com-camera-de-abertura-variavel.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category><category>Apple</category></item><item><title>Apple lança macOS 27 Golden Gate e encerra suporte a Macs Intel</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-apple-lanca-macos-27-golden-gate-e-encerra-suporte-a-macs-intel</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-apple-lanca-macos-27-golden-gate-e-encerra-suporte-a-macs-intel</guid><description>A nova Siri nasce de uma parceria entre a Apple e o Gemini, modelo de inteligência artificial do Google.</description><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 02:39:24 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;A Apple lança o macOS 27 Golden Gate em 14 de setembro de 2026, atualização gratuita para Macs com chip Apple silicon. Macs Intel ficam de fora da atualização, que substitui a Siri por uma versão nova, construída sobre o Apple Intelligence. A Siri AI chega primeiro em inglês, com suporte a português previsto para outubro.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-apple-classifica-ultimo-imac-intel-de-21-5-polegadas-como-vintage&quot;&gt;Apple&lt;/a&gt; constrói a nova Siri em parceria com o Gemini, modelo de inteligência artificial do Google e concorrente da Apple no mercado de assistentes de IA. O acordo combina os sistemas das duas empresas e dá à Siri AI capacidade de entender contexto pessoal e agir dentro dos aplicativos. A ferramenta ganha um app dedicado e passa a rodar integrada ao Spotlight, a busca do macOS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com isso, você digita um comando e a Siri AI busca informações ou executa ações sem abrir outro programa. O Visual Intelligence, recurso que interpreta o que aparece na tela, é acionado pelo atalho Command-Shift-Space. Ao apertar as teclas, você pergunta à Siri sobre qualquer conteúdo visível, de texto a imagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Liquid Glass, visual introduzido no macOS 26 Tahoe, ganha um controle deslizante que ajusta a transparência da interface — de um efeito quase invisível a um fundo totalmente tintado. O Golden Gate chega junto com iOS 27, iPadOS 27, watchOS 27, visionOS 27 e tvOS 27, todos apresentados na WWDC deste ano. A nova Siri é peça central na maioria dessas plataformas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Antes do lançamento, a Apple liberou em &lt;strong&gt;9 de setembro&lt;/strong&gt; o release candidate (versão quase final usada para os últimos testes) do macOS 27.0, identificado pelo build 26A428.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A lista de aparelhos compatíveis mostra até onde a Apple silicon chegou desde 2020. O Golden Gate roda em MacBook Air e MacBook Pro com chip próprio a partir daquele ano, além do iMac de 2021 em diante e do Mac mini a partir de 2020.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Completam a lista o Mac Studio de 2022 em diante e o Mac Pro com Apple silicon de 2023. O MacBook Neo, lançado neste ano, entra por já sair de fábrica com processador Apple.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ter o macOS instalado não garante a experiência completa de inteligência artificial. Os recursos mais avançados do Apple Intelligence, caso do modo de voz aprimorado, pedem um chip M3 ou mais recente e pelo menos 12 GB de memória RAM.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa não divulgou separadamente o número de build da versão que chegou ao público cinco dias depois.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Macs compatíveis&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;MacBook Neo (2026), MacBook Air e MacBook Pro Apple silicon (2020+), iMac (2021+), Mac mini (2020+), Mac Studio (2022+), Mac Pro Apple silicon (2023)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Atalho do Visual Intelligence&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Command-Shift-Space&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Tahoe foi a despedida dos Macs Intel&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O macOS 27 Golden Gate substitui o macOS 26 Tahoe, versão que apresentou o visual Liquid Glass — interface com camadas translúcidas e reflexos de vidro — e foi a última a rodar em processadores Intel. A versão estável chega após mais de três meses de testes com desenvolvedores e usuários, o mesmo processo de beta aplicado às demais plataformas da Apple. A Siri AI aparece como recurso central em quase todos os sistemas; só o tvOS fica de fora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Apple acelera a integração de inteligência artificial generativa em seus produtos. A empresa disputa espaço com assistentes como o ChatGPT, da OpenAI, num mercado em que cada atualização de sistema operacional também lança uma versão de IA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Apple reuniu esses sistemas num único pacote apresentado na WWDC deste ano. Isso alinha o calendário do Mac ao das demais plataformas da empresa, que passam pelo mesmo ciclo de testes antes da versão final.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;MacBook Neo fica fora dos recursos avançados de IA&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A partir de agora, ativar a Siri AI não garante acesso total ao Apple Intelligence entre os Macs compatíveis. A exigência deixa o MacBook Neo e boa parte dos MacBook Air lançados antes de 2024 sem o pacote completo, mesmo com o macOS 27 Golden Gate instalado. A divisão separa quem tem hardware para os recursos pesados de IA de quem recebe só a base do sistema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fora dos Estados Unidos, a fragmentação continua. A Siri AI não chega à China nem à União Europeia por questões regulatórias — dois mercados de fora do primeiro pacote de expansão do recurso.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Apple não informa build final nem preço no Brasil&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Preço e disponibilidade oficial do macOS 27 Golden Gate no Brasil não informados&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-apple-lanca-macos-27-golden-gate-e-encerra-suporte-a-macs-intel&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-17-apple-lanca-macos-27-golden-gate-e-encerra-suporte-a-macs-intel.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Software</category><category>Apple</category></item><item><title>Rakuten Music lança agente de IA que sugere músicas pelo humor do usuário</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-rakuten-music-lanca-agente-de-ia-que-sugere-musicas-pelo-humor-do-usuario</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-rakuten-music-lanca-agente-de-ia-que-sugere-musicas-pelo-humor-do-usuario</guid><description>O recurso fica de fora do Plano Bundle e chega primeiro para assinantes pagos do serviço.</description><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 02:39:24 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;O Rakuten Group lança em 16 de setembro de 2026 o Rakuten AI for Music, ferramenta de IA agente integrada ao aplicativo do Rakuten Music. O recurso interpreta pedidos em linguagem natural, como buscar uma música que combine com o estado de ânimo do usuário, e leva direto à reprodução de faixas, álbuns ou playlists.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O acesso ao Rakuten AI for Music acontece por um campo chamado “Pergunte à IA”, fixado na tela inicial do aplicativo, ou por uma aba dedicada à ferramenta. Ao conversar com a IA, o usuário cai direto na página da faixa, do álbum ou da playlist sugerida e já pode tocar o conteúdo sem passar por buscas manuais. O recurso fica restrito a assinantes de planos pagos do Rakuten Music.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem está no Plano Bundle, pacote que combina o streaming a outros serviços do grupo, fica de fora dessa primeira etapa. A ferramenta chega junto nas versões iOS e Android do app, mas o ritmo de entrega muda entre as plataformas. No Android, a Rakuten libera o recurso de forma gradual: começa com uma parte dos usuários e amplia o alcance aos poucos, sem data fechada para cobrir toda a base.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa afirma que pretende usar dados de uso e de preferências musicais de quem já testa a ferramenta para refinar as recomendações no futuro. O plano aponta para um sistema que aprende com o comportamento de escuta e ajusta as sugestões de humor com o tempo, mas a Rakuten não detalha como fará esse aprendizado nem quando aplicará as mudanças ao algoritmo.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Distribuição no Android&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Liberação gradual, iniciada para parte dos usuários&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Assinantes do Plano Bundle ficam de fora&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O Rakuten AI for Music roda nas versões iOS e Android do aplicativo, mas o alcance não é igual nos dois sistemas. A elegibilidade também separa quem entra e quem espera. O recurso funciona só para assinantes de planos pagos do Rakuten Music; quem usa o Plano Bundle, opção que reúne o streaming a outros serviços do grupo, não consegue ativar a busca por IA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na prática, a diferença de plano decide se o pedido em linguagem natural chega até a tela de reprodução ou fica bloqueado antes disso. A empresa também confirma planos para o futuro do recurso. A Rakuten pretende usar dados de uso e de preferências musicais de cada assinante para refinar as recomendações, tornando as sugestões mais próximas do gosto de quem ouve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não há prazo anunciado para essa segunda fase chegar ao aplicativo. No Android, a chegada do recurso não é imediata para todos: a Rakuten libera o Rakuten AI for Music primeiro para uma parcela dos usuários e amplia o acesso aos demais aos poucos. Quem está fora dessa primeira leva precisa esperar a expansão gradual para ver a ferramenta no aplicativo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No iOS, a disponibilidade não segue essa mesma lógica escalonada. A diferença de ritmo entre os sistemas mostra que o lançamento prioriza testar a IA agente antes de colocá-la nas mãos de toda a base de assinantes.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Rakuten AI vira porta de entrada do ecossistema&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O Rakuten Music integra o guarda-chuva “Rakuten AI”, estratégia do conglomerado japonês para usar agentes de inteligência artificial como porta de entrada para os serviços do grupo. O recurso de sugestões por emoção segue essa lógica: em vez de menus e filtros, a IA conversa com o usuário e decide o que tocar. A personalização musical por IA já é tendência entre os concorrentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Spotify, principal rival global do Rakuten Music, também mexe em seus algoritmos de recomendação; uma mudança recente permite excluir músicas infantis do perfil de gosto do usuário, para que elas não distorçam as sugestões dos adultos. Startups menores testam outras formas de interação com música: a Vinyl Bar in Shibuya cria apps para manipular sons e vocais com IA generativa, sem depender de comandos de texto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já o SongFlip resolve um problema diferente: traduz links de música entre serviços, para que um usuário do Spotify consiga abrir a mesma faixa no YouTube Music. Nenhuma das duas iniciativas tem ligação com o lançamento do Rakuten.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Geração dos games inspira a ideia&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Mauhan, responsável pelo projeto, conta à TechCrunch de onde veio a ideia do recurso. “Quando olhei para os comportamentos emergentes e para o público mais jovem, vi que todo mundo cresce brincando com a cultura por meio de jogos, filtros e ferramentas de criação. Senti que havia uma oportunidade de dar às pessoas o poder de fazer algo parecido com música”, diz ele, em tradução livre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Mauhan, o consumo de música ficou no modo passivo enquanto jogos e filtros já viraram espaço de criação e experimentação. A ideia resume por que o app passa a aceitar comando por voz e texto, e não só a escuta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Rakuten AI for Music dispensa termos exatos de busca dentro do app. O agente aceita pedidos abertos, como um relato de humor, no lugar do nome de artista, álbum ou faixa. O sistema cruza esse relato com rankings musicais e tendências de faixas em alta para montar a sugestão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa combinação separa o Rakuten Music de um buscador tradicional. O resultado não depende só da palavra digitada, mas de dados agregados sobre o que outros usuários ouvem. A Rakuten já planeja o próximo passo dessa personalização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por enquanto, o recurso roda com base em rankings gerais. A camada individual de aprendizado ainda não tem data de entrada em operação.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Preço e chegada fora do Japão&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Preço ou custo adicional do recurso não informado&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Disponibilidade fora do Japão ou no Brasil não confirmada&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Cronograma completo de expansão no Android não detalhado&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-rakuten-music-lanca-agente-de-ia-que-sugere-musicas-pelo-humor-do-usuario&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-17-rakuten-music-lanca-agente-de-ia-que-sugere-musicas-pelo-humor-do-usuario.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Software</category></item><item><title>Apple Watch Series 12 e Ultra 4 chegam às lojas na sexta-feira</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-apple-watch-series-12-e-ultra-4-chegam-as-lojas-na-sexta-feira</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-apple-watch-series-12-e-ultra-4-chegam-as-lojas-na-sexta-feira</guid><description>O Watch Ultra 4 estende a autonomia a até 45 horas no modo Max Extended Workout, criado para atividades físicas mais longas.</description><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 02:04:38 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;A Apple começa a pré-venda do Watch Series 12 e do Watch Ultra 4, com chegada às lojas marcada para sexta-feira, dia 18. Nos Estados Unidos, a versão Series 12 de 42mm com GPS aparece na Amazon por &lt;strong&gt;US$ 389,99&lt;/strong&gt;, US$ 9 abaixo do preço de lista da Apple.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Amazon estende a pré-venda para as demais versões do Watch Series 12. A caixa de 46mm com GPS custa &lt;strong&gt;US$ 439,99&lt;/strong&gt;. A variante de 42mm com Cellular sai por &lt;strong&gt;US$ 489,99&lt;/strong&gt;, abaixo do preço de lista de US$ 499,00 fixado pela Apple.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os modelos de Titânio partem de &lt;strong&gt;US$ 679,00&lt;/strong&gt;, US$ 20 abaixo do valor de tabela. A versão de Cerâmica custa &lt;strong&gt;US$ 929,00&lt;/strong&gt;, também US$ 20 mais barata.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Watch Ultra 4 aparece na mesma lista de pré-venda, na configuração única de 49mm, caixa de Titânio Natural e pulseira Translucent Gray Ocean. A Amazon cobra US$ 779,99 pelo relógio, US$ 19,01 a menos que o preço de lista de US$ 799 definido pela Apple. A revista IGN, que reuniu as ofertas, cita os cortes de preço aplicados aos dois relógios e reforça a mesma data de chegada às lojas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A página oficial da Apple também confirma o cronograma na ficha do Series 12, sem novidades sobre o lançamento. As reduções valem apenas para pedidos feitos nos Estados Unidos; a Apple não informou se chegam ao Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Ultra 4 corta a escolha de tamanho: só existe na caixa de 49mm, a maior da linha Apple Watch. A opção compacta do Series 12 fica de fora. A tela grande facilita a leitura de dados de treino ou navegação sem tirar o telefone do bolso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A conectividade também vem fechada: toda unidade sai de fábrica com GPS e rede celular embutida. Não existe versão só GPS do Ultra 4, então o relógio recebe ligação, mensagem e localização mesmo longe do celular, sem depender de Wi-Fi por perto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A autonomia muda o uso em atividade longa. No modo Max Extended Workout, criado para reduzir o consumo da tela e dos sensores, o Ultra 4 aguenta até 45 horas de rastreamento contínuo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dá para atravessar uma prova de resistência de mais de um dia sem passar pelo carregador. O carregamento rápido resolve o outro lado da equação: 15 minutos na base devolvem até 18 horas de uso normal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Ultra 4 herda a base que o Ultra 3 deixou no ano anterior. Aquela geração trouxe tela maior e mais eficiente, conectividade via satélite, 5G e uma bateria com mais fôlego. O novo modelo mantém o design e a tela, mas troca o foco: aposta em análises de saúde mais detalhadas e estende a autonomia que já era ponto forte da linha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Apple também soma o Audio Intelligence às apostas de software dos dois relógios. É um conjunto de recursos que usa os microfones do relógio e modelos de inteligência artificial, no aparelho e na nuvem, para reconhecer sons e identificar músicas sem expor dados a terceiros. Series 12 e Ultra 4 chegam junto com o iPhone Duo e o iPhone 18 Pro, apresentados no mesmo evento da Apple, na semana anterior ao início da pré-venda. As fontes reunidas na apuração não comparam os relógios a rivais nem detalham como a Apple posicionou gerações mais antigas da linha.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Conectividade (Ultra 4)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;GPS+Cellular&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Carregamento rápido (Ultra 4)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;até 18 horas de uso após 15 minutos de carga&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Audio Intelligence&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Sound Recognition, Music Recognition (Shazam), Live Rewind e Siri Recap&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Preço e disponibilidade&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Versão&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Preço&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Mercado&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Disponibilidade&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Series 12 42mm Cellular&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;US$489,99&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Estados Unidos&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;pré-venda&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Series 12 Titânio&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;US$679,00&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Estados Unidos&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;pré-venda&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Series 12 Cerâmica&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;US$929,00&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Estados Unidos&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;pré-venda&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Wearable ganha detecção cardíaca mais precisa&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O sensor ótico do Series 12 mede a frequência cardíaca a cada cinco segundos. A variabilidade cardíaca, ou HRV, passa a ser lida a cada cinco minutos, ciclo mais curto que o dos modelos anteriores. A Apple chama o resultado de detecção mais precisa de frequência cardíaca já feita em um wearable — relógio conectado ao pulso que monitora sinais do corpo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O software muda junto. Sound Recognition passa a identificar sons do ambiente, e Music Recognition, com tecnologia Shazam, reconhece músicas tocando por perto; os dois recursos chegam ao Series 12 e ao Ultra 4 no lançamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Live Rewind retoma um áudio a partir de um ponto anterior. Siri Recap resume conversas; ambos entram em teste ainda em 2026, primeiro em inglês.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Apple não confirma preço no Brasil&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Preço e disponibilidade da pré-venda no Brasil não são mencionados em nenhuma fonte.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Não há confirmação se a redução de preço na Amazon é exclusiva desse varejista ou se a Apple também reduz o preço em apple.com.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Preço de lista completo de todas as variações (cor, tamanho, material) do Series 12 e Ultra 4 não está detalhado em uma única fonte.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-apple-watch-series-12-e-ultra-4-chegam-as-lojas-na-sexta-feira&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-17-apple-watch-series-12-e-ultra-4-chegam-as-lojas-na-sexta-feira.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category><category>Software</category><category>Mais comentados</category></item><item><title>Wild Man rompe silêncio e anuncia festival sem citar críticas de preço</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-wild-man-rompe-silencio-e-anuncia-festival-sem-citar-criticas-de-preco</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-wild-man-rompe-silencio-e-anuncia-festival-sem-citar-criticas-de-preco</guid><description>Zhong Xue Gao, marca usada na comparação, reaparece sob nova gestão na Feira Internacional da Indústria de Sorvetes da China após transferir centenas de ativos intangíveis em processo de falência.</description><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 00:43:04 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;O Wild Man rompe o silêncio em 16 de setembro e anuncia o “Festival da Colheita de Sorvete”, sem citar diretamente as críticas de preço. Três dias antes, Luo Yonghao (Rolo Carlos) diz que a marca é “mediana”. Pelo preço, “pode-se dizer até que é ruim” (em tradução livre), numa comparação com o Zhong Xue Gao (钟薛高). O termo “Wild Man tratamento silencioso” vira um dos mais buscados nas redes chinesas, enquanto o canal da empresa soma mais de 4,39 milhões de seguidores.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A conta oficial do Wild Man, chamada 野人先生 em chinês, publica o comunicado e agradece o apoio do público. O texto não cita Luo Yonghao nem o termo que virou busca em alta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O comunicado liga o retorno da marca ao início do “Festival da Colheita de Sorvete”, campanha que a empresa usa para reforçar presença nas redes no momento de maior atenção pública. Os números mostram o tamanho desse público: nos últimos 30 dias, a conta soma cerca de 408 mil novos seguidores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O silêncio da marca dura três dias, entre a publicação do influenciador e o pronunciamento oficial. Nesse intervalo, o Wild Man não reage diretamente às acusações sobre preço e sabor, mas o volume de buscas pelo termo associado ao caso mantém o nome da empresa em evidência nas redes chinesas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Anunciar uma campanha, em vez de responder ponto a ponto à crítica, representa a primeira movimentação pública da marca desde o episódio.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Novos seguidores (13 de setembro)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;quase 30 mil&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Margem de lucro bruta&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;não inferior a 60%&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Preço do gelato (130g)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;28 yuans (≈ US$ 4,17)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Padrão de mercado anterior&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;30-40 yuans (≈ US$ 4,47–5,96) por 80g&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Custo do sorvete de baunilha&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;cerca de 4 yuans (≈ US$ 0,60) por bola&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Ativos intangíveis transferidos (Zhong Xue Gao)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;508 ativos&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Preço dos novos produtos (Zhong Xue Gao)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;abaixo de 8 yuans (≈ US$ 1,19)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Preço e disponibilidade&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Versão&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Preço&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Mercado&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Disponibilidade&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Wild Man gelato (130g)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;28 yuans (≈ US$ 4,17)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;China&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;não informado&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Zhong Xue Gao (novos produtos)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;abaixo de 8 yuans (≈ US$ 1,19)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;China&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;não informado&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Margem alta sustenta preço da bola de gelato&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Um funcionário de franquia do Wild Man revela à imprensa chinesa que a margem de lucro bruta da marca não fica abaixo de 60%. O patamar é comparável ou superior ao da rede de chá Mixue Bingcheng, que vai de 60% a 70%, e maior que o da Bawang Chaji, de cerca de 50%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O prazo para a loja se pagar fica em cerca de 12 meses. Esse tempo explica por que a marca sustenta o preço da bola de gelato mesmo sob a crítica de caro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Do outro lado do balcão, um distribuidor do setor calcula que o custo do sorvete de baunilha, o sabor mais básico da linha, gira em torno de 4 yuans (≈ US$ 0,60) por bola.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A distância entre esse custo de produção e o preço cobrado sustenta a margem alta da franquia. Já o Zhong Xue Gao, citado por Luo Yonghao na comparação que gerou a crítica, muda de estratégia numa feira que acontece no mesmo dia da resposta do Wild Man.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os novos produtos saem por menos de &lt;strong&gt;8 yuans&lt;/strong&gt; (≈ US$ 1,19), quase metade dos até &lt;strong&gt;66 yuans&lt;/strong&gt; (≈ US$ 9,84) que a marca chegou a cobrar por um único sorvete no passado. O gesto reforça a pressão sobre o Wild Man para justificar seu próprio preço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O retorno por loja do Wild Man ocorre em cerca de 12 meses, prazo que só se sustenta com margem alta e fluxo constante de público.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse patamar fica entre o da rede de chá Mixue Bingcheng, que opera com 60% a 70% de margem bruta, e acima do da Bawang Chaji, que está perto de 50%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a estrutura de custos agora pública, a pressão passa a recair sobre os concorrentes que cobram menos. O Zhong Xue Gao usa a 28ª Feira Internacional da Indústria de Sorvetes da China, em &lt;strong&gt;16 de setembro&lt;/strong&gt;, para reaparecer sob nova gestão depois da falência. A marca chega com tabela de preços reduzida, e o próximo teste é saber se consegue manter o novo patamar quando a produção sair da vitrine da feira para as prateleiras.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Wild Man não informa preço fora da China&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Preço e disponibilidade do Wild Man e do Zhong Xue Gao fora da China não informados&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Data de relançamento comercial dos novos produtos do Zhong Xue Gao fora da feira não especificada&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Não há confirmação de que o aumento de seguidores do Wild Man se traduziu em mais vendas&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-wild-man-rompe-silencio-e-anuncia-festival-sem-citar-criticas-de-preco&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-17-wild-man-rompe-silencio-e-anuncia-festival-sem-citar-criticas-de-preco.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category><category>Software</category></item><item><title>Leapmotor anuncia robô humanoide autodesenvolvido</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-leapmotor-anuncia-robo-humanoide-autodesenvolvido</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-leapmotor-anuncia-robo-humanoide-autodesenvolvido</guid><description>Empresas chinesas produziram 97% dos robôs humanoides do mundo no primeiro semestre de 2026, segundo a Morgan Stanley.</description><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 00:06:30 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;Zhu Jiangming, CEO da Leapmotor, anuncia nesta quarta-feira (16) um robô humanoide totalmente autodesenvolvido pela montadora chinesa. A empresa não mostra o robô andando em público nesta fase; a demonstração só vem quando existir um uso que gere receita. A Leapmotor calcula mais de 70% de sobreposição tecnológica entre carros inteligentes e robôs humanoides em percepção, decisão e execução.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Zhu faz o anúncio durante a conferência anual de tecnologia da Leapmotor, evento fechado a funcionários e imprensa e realizado à noite. Duas outras fontes chinesas que cobriram o encontro confirmam a existência do robô, ainda sem imagens públicas de movimento. A Leapmotor descreve o projeto como resultado direto da experiência da montadora com carros elétricos inteligentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a empresa, o mesmo conjunto de algoritmos de inteligência artificial passa a rodar também no robô. Nos carros da marca, esse software já percebe o ambiente, decide uma ação e a executa. A plataforma de computação embarcada e o sistema de controle de movimento seguem a mesma lógica: nascem no carro e migram para o humanoide sem reescrita completa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O anúncio do robô chega ao lado de outras estreias de hardware assinadas pela Leapmotor no mesmo evento, todas descritas pela empresa como autodesenvolvidas. Zhu trata o conjunto como prova de que a montadora domina, internamente, da percepção sensorial ao movimento físico. Essa base técnica, segundo ele, torna o robô viável sem depender de fornecedores externos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Eficiência da transmissão híbrida&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;até 94%&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Ciclo de desenvolvimento na China&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;cerca de 6 meses&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Robôs humanoides vendidos em 2026 (projeção)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;50 mil unidades&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Robôs humanoides vendidos em 2030 (projeção)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;cerca de 446 mil unidades&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Lidar e câmera dão base sensorial ao robô&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A Leapmotor detalha os componentes que sustentam a promessa de sobreposição tecnológica. O sistema de transmissão híbrida elétrica, com três níveis de operação, chega a 94% de eficiência: o motor alterna entre tração elétrica e a combustão conforme a velocidade, e menos energia se perde no trajeto até as rodas. Isso significa mais quilômetros rodados com a mesma carga de bateria ou tanque de combustível.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A montadora também apresenta um lidar de estado sólido, sensor que mede distância com pulsos de laser e não usa partes móveis giratórias. Isso reduz o risco de falha por vibração e baixa o custo de fabricação em série. Ao lado dele, uma câmera tripla de 8 megapixels compõe o sistema de visão que hoje orienta os recursos de condução autônoma dos carros da marca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esses dois sensores formam a base de percepção que a Leapmotor planeja transferir ao robô humanoide. O mesmo lidar que detecta pedestres na rua pode mapear obstáculos dentro de uma linha de produção; a mesma câmera que lê placas de trânsito pode reconhecer peças e ferramentas manipuladas pelas mãos do robô.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;BYD, Xiaomi e XPeng entram na mesma corrida&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Outras seis montadoras chinesas seguem o mesmo caminho da Leapmotor. BYD, Xiaomi, XPeng, Nio, Geely e Chery migram tecnologia de sensores, baterias e sistemas de controle dos carros elétricos direto para robôs humanoides. O objetivo declarado por essas marcas é escalar as próprias fábricas e produzir os robôs em série, do mesmo jeito que fizeram para virar referência global em veículos elétricos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa disputa nasce de anos de desenvolvimento em direção autônoma e software de percepção, tecnologia que agora ganha braços e pernas. As montadoras chinesas usam o domínio já construído em baterias para tentar repetir, na robótica, o mesmo salto que deram no mercado automotivo. Esse salto ocorreu diante da Tesla e de fabricantes tradicionais fora da China. Zhu Jiangming entra nesse grupo com um projeto que a Leapmotor apresenta como desenvolvimento próprio, sem parceria externa.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Corrida chinesa chega ao Brasil sem robôs&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A robótica humanoide vira a próxima frente da disputa entre montadoras chinesas de elétricos, mas o Brasil por enquanto fica de fora dela. BYD, Xiaomi, XPeng e Nio seguem o mesmo caminho da Leapmotor: usam a base de sensores e software dos carros para treinar robôs, sem ainda vender nenhum modelo pronto ao público. Enquanto isso, a expansão dessas empresas no país trata só de veículos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A GAC assinou, em 13 de março de 2026, acordo para produzir carros elétricos e híbridos em Catalão, em Goiás, usando a estrutura da HPE Automotores. Nenhuma dessas negociações cita robôs. O próximo marco concreto para medir o avanço da Leapmotor não é uma data de lançamento, mas o momento em que a empresa achar um uso comercial que justifique tirar o robô da fábrica e mostrá-lo em público.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Leapmotor não revela especificações nem lançamento do robô&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Especificações técnicas do robô (autonomia real, funções, dimensões) não foram divulgadas.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-leapmotor-anuncia-robo-humanoide-autodesenvolvido&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-17-leapmotor-anuncia-robo-humanoide-autodesenvolvido.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category></item><item><title>NVIDIA Vera Rubin NVL72 estreia no MLPerf com desempenho maior que o GB300 NVL72</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-nvidia-vera-rubin-nvl72-estreia-no-mlperf-com-desempenho-maior-que-o-gb300-nvl72</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-nvidia-vera-rubin-nvl72-estreia-no-mlperf-com-desempenho-maior-que-o-gb300-nvl72</guid><description>A AMD Instinct MI355X lidera o benchmark DeepSeek-R1 em escala extrema na mesma rodada do MLPerf v6.1.</description><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 00:06:30 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;A NVIDIA estreia o Vera Rubin NVL72, sucessor do GB300 NVL72, no MLPerf Inference v6.1. Os resultados, da categoria Preview, saem em &lt;strong&gt;16 de setembro de 2026&lt;/strong&gt;. No benchmark Qwen3-VL, o novo sistema entrega até 3,7 vezes mais throughput, o volume de tokens processados por segundo, que o GB300 NVL72.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A NVIDIA também mede o desempenho no DeepSeek-R1, modelo de raciocínio que passa por várias etapas de inferência até chegar a uma resposta. O Vera Rubin NVL72 roda sobre a biblioteca TensorRT-LLM, que otimiza a execução de modelos de linguagem em GPUs da própria NVIDIA. Nesse teste, processa até 2,5 vezes mais tokens por segundo que o GB300 NVL72.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa publica os resultados no site do MLCommons, entidade que organiza o benchmark, sob as submissões 6.1-0106 e 6.1-0074. Uma das submissões testa o escalonamento: 288 GPUs, reunidas em quatro racks GB300 NVL72, atingem 99% de eficiência no cenário offline do DeepSeek-R1. O número mostra que somar mais GPUs não reduz o desempenho proporcional de cada uma, gargalo comum em clusters grandes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A NVIDIA divulga ainda dados fora do MLPerf oficial, ligados a cargas de trabalho agentic — tarefas em que um agente de IA executa várias etapas sem intervenção humana e consome muito mais tokens que um chat simples. No benchmark SemiAnalysis AgentX, a empresa reporta até 30 vezes mais desempenho por megawatt frente ao GB300 NVL72. Em blog atualizado em 15 de setembro, ela cita também custo até 45 vezes menor por milhão de tokens processados nesse tipo de carga.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Throughput Qwen3-VL (vs. GB300 NVL72)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;até 3,7x maior&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Throughput DeepSeek-R1 com TensorRT-LLM (vs. GB300 NVL72)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;até 2,5x maior&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Performance por megawatt no benchmark AgentX (vs. GB300…&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;até 30x maior (dado NVIDIA)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Custo por milhão de tokens agentic (vs. GB300 NVL72)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;até 45x menor (dado NVIDIA)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Data das submissões Closed division&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;16/09/2026 (submissões 6.1-0106 e 6.1-0074)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Preço e disponibilidade&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Versão&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Preço&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Mercado&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Disponibilidade&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;NVIDIA Vera Rubin NVL72&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;US$ 1&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Racks somam GPUs sem perder eficiência&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O sistema também acelera o DeepSeek-R1, modelo de raciocínio que passa por várias etapas até chegar a uma resposta, com vazão de processamento até 2,5 vezes maior que o GB300 NVL72 ao rodar sobre o TensorRT-LLM, biblioteca da NVIDIA que otimiza a execução de modelos grandes em GPUs. Na prática, isso significa menos tempo de espera para cada cadeia de raciocínio e mais respostas entregues no mesmo intervalo. A NVIDIA também mede como o Vera Rubin NVL72 se comporta quando várias unidades trabalham em conjunto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso quer dizer que somar racks praticamente não derruba o desempenho: dobrar o número de GPUs dobra, quase por inteiro, a capacidade de processamento do conjunto. Para quem opera data centers com múltiplos racks, o número mostra que ampliar a infraestrutura escala de forma previsível, sem o gargalo comum em arquiteturas que perdem eficiência conforme crescem.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Blackwell cede lugar à arquitetura Rubin&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O Vera Rubin NVL72 sucede o GB300 NVL72, sistema baseado na arquitetura Blackwell que serve de régua para todos os ganhos anunciados pela NVIDIA. A nova plataforma reúne seis peças desenhadas juntas: a GPU Rubin, a CPU Vera, o switch NVLink 6, a rede ConnectX-9, o processador de dados BlueField-4 e o switch Spectrum-6. A disputa não é só interna.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A AMD leva ao MLPerf v6.1 um cluster com 512 GPUs Instinct MI355X, o maior já submetido ao benchmark, além da linha MI350P. A Intel entra com processadores Xeon 6 e a GPU de estação de trabalho Arc Pro B70.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O pano de fundo dessa corrida é a ascensão das cargas de trabalho agentic, que consomem muito mais tokens que um chat comum. Isso faz da eficiência energética e do custo por token as métricas que definem quem lidera essa nova geração de hardware.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A eficiência energética também vira ponto de disputa entre as empresas. A própria SemiAnalysis, dona do teste, mede um salto bem menor, de até 7 vezes, em software que ainda não chegou ao mercado — número que também destoa do 3x que Jensen Huang citou na GTC 2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa também projeta custo até 45 vezes menor por milhão de tokens processados em cargas de trabalho agentic, tarefas que exigem decisões encadeadas de um modelo de IA. Enquanto isso, a AMD amplia a escala: o cluster Instinct MI355X, com 512 GPUs, lidera o DeepSeek R1 e o GPT-OSS 120B nessa rodada do MLPerf.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Nebius também enviou resultados preview do Vera Rubin NVL72 na mesma divisão. As submissões da NVIDIA aparecem no site do MLCommons sob os códigos 6.1-0106 e 6.1-0074, ainda à espera de validação oficial.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Preço e data de venda seguem sem confirmação&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Data de disponibilidade comercial (venda ao público) não confirmada.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-nvidia-vera-rubin-nvl72-estreia-no-mlperf-com-desempenho-maior-que-o-gb300-nvl72&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-17-nvidia-vera-rubin-nvl72-estreia-no-mlperf-com-desempenho-maior-que-o-gb300-nvl72.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category></item><item><title>Sea of Thieves estreia Season 21 com fim de semana gratuito</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-sea-of-thieves-estreia-season-21-com-fim-de-semana-gratuito</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-sea-of-thieves-estreia-season-21-com-fim-de-semana-gratuito</guid><description>A temporada também estreia o Parley Pennant, bandeira que sinaliza a outras tripulações o interesse em alianças ou duelos.</description><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 00:06:30 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;A Rare lança a Season 21 de Sea of Thieves nesta quinta-feira, 17 de setembro, com fim de semana gratuito em todas as plataformas. O Free Play Weekend não exige assinatura do Xbox Game Pass e vai até 21 de setembro, às 17h UTC. A temporada também traz de volta o evento Last Ship Standing e um novo passe sazonal com recompensas próprias.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Rare Ltd., estúdio da Xbox Game Studios responsável pelo jogo de aventura pirata em mundo compartilhado, detalha a Season 21 em vídeo digest divulgado aos jogadores. A temporada chega com o item Parley Pennant, uma bandeira equipável na caixa de bandeiras do navio que sinaliza a outras tripulações o interesse em alianças ou desafios conjuntos. Quem usa bem o item durante o evento Talk Like a Pirate Day ganha as Parley Proficiency Sails como recompensa cosmética.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Rare também abre o sorteio Golden Legends Sweepstakes, feito pelo programa Microsoft Rewards. A disputa roda até 31 de outubro e vale para jogadores dos Estados Unidos, Canadá, México, Reino Unido, França, Alemanha e Países Baixos. Quem assina o Xbox Game Pass resgata, no mesmo período até 31 de outubro, o item Vociferous Speaking Trumpet dentro do jogo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O acesso gratuito ocorre no mesmo fim de semana. O modo Custom Seas, que deixa personalizar partidas, ganha três opções novas nesta temporada. Jogadores podem escolher predefinições de posicionamento de tesouro, ajustar a velocidade do ciclo dia e noite e ativar ou desligar a exibição de outros navios no mapa mundial. A Rare já havia comentado planos para ampliar os cosméticos compráveis com o ouro do próprio jogo.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Free Play Weekend&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;17 de setembro (15h00 UTC) a 21 de setembro (17h00 UTC)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Sorteio&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Golden Legends Sweepstakes, de 17 de setembro a 31 de outubro&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Item Xbox Game Pass&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Vociferous Speaking Trumpet, resgatável de 17 de setembro a 31 de outubro&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Modo atualizado&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Custom Seas com novas opções de tesouro e ciclo dia/noite&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Edição paga&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Sea of Thieves: 2026 Edition&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Preço e disponibilidade&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Versão&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Preço&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Mercado&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Disponibilidade&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Sea of Thieves: 2026 Edition&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;US$ 39,99 (promocional US$ 31,99)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Estados Unidos&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;loja da Microsoft&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Trombeta do Game Pass amplia a voz do pirata&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O Free Play Weekend libera o acesso às 15h00 UTC de quinta-feira, no horário em que o servidor abre, e segue até o fim do período gratuito. O sorteio Golden Legends Sweepstakes começa no mesmo momento e roda até 31 de outubro, com inscrição pelo programa Microsoft Rewards.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O programa soma pontos por atividades no ecossistema Microsoft e os converte em chances de sorteio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assinantes do Xbox Game Pass resgatam, no mesmo período, o item Vociferous Speaking Trumpet dentro do jogo — uma trombeta equipável que amplia a voz do pirata para tripulações próximas. O item some do catálogo quando o prazo fecha e fica fora do conteúdo padrão da temporada.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Custom Seas ganha nova rodada de ajustes&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Sea of Thieves não estreia do zero: o jogo de aventura pirata em mundo compartilhado da Rare já roda há anos num ritmo de temporadas recorrentes, cada uma somando eventos, passe sazonal e recompensas cosméticas próprias. A Season 21 segue essa mesma cadência, sem reinventar a estrutura que sustenta o título desde as primeiras temporadas. A novidade fica por conta do modo Custom Seas, criado em fase anterior do jogo para deixar tripulações personalizarem regras de partida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta temporada, a Rare expande as opções desse modo, ampliando o que os jogadores conseguem ajustar antes de zarpar. O estúdio não detalha, no material divulgado, quais parâmetros específicos ganham nova flexibilidade. A lógica segue a mesma da concorrência de jogos-serviço: manter uma base ativa com atualizações previsíveis, em vez de lançar sequências separadas. Sea of Thieves aposta nesse formato desde que migrou para o esquema de temporadas, e a Season 21 reforça essa estratégia com mais uma leva de conteúdo recorrente.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Bandeira Parley Pennant vira sinal social&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A ampliação do Custom Seas muda a forma como capitães moldam servidores privados. Agora dá para fixar onde o tesouro aparece e ajustar a velocidade da alternância entre dia e noite, sem depender do sorteio padrão do jogo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O alternador que mostra ou esconde outros navios no mapa também redefine o nível de isolamento que uma tripulação escolhe para suas partidas. Já o Parley Pennant funciona como um aceno visual: hasteado na caixa de bandeiras, ele avisa piratas próximos que aquela tripulação topa conversar, aliar-se ou até duelar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A comunicação deixa de depender só do microfone ou do texto no chat e passa a ter um símbolo fixo no mastro. Essa sinalização ganha peso extra durante o evento Talk Like a Pirate Day: tripulações que usarem bem a bandeira saem com as Parley Proficiency Sails, recompensa cosmética exclusiva da temporada.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Preço da Season 21 no Brasil não confirmado&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Preço e disponibilidade da Season 21 e da edição paga no Brasil não informados&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Data exata de início (16 ou &lt;strong&gt;17 de setembro&lt;/strong&gt;) não é unânime entre as fontes&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-sea-of-thieves-estreia-season-21-com-fim-de-semana-gratuito&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-17-sea-of-thieves-estreia-season-21-com-fim-de-semana-gratuito.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Games</category><category>Software</category></item><item><title>Wardogs ultrapassa Arc Raiders e Helldivers 2 em vendas no lançamento</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-wardogs-ultrapassa-arc-raiders-e-helldivers-2-em-vendas-no-lancamento</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-wardogs-ultrapassa-arc-raiders-e-helldivers-2-em-vendas-no-lancamento</guid><description>O jogo está em Early Access até 1-2 anos, com uma versão para consoles prevista para 2028.</description><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 00:06:30 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;**&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Wardogs, um jogo de tiro em equipe lançado pela Team17 em 2026, já vendeu 2,2 milhões de cópias no Steam, superando títulos como Arc Raiders e Helldivers 2. Com aproximadamente 70 milhões de dólares em receita, Wardogs já ultrapassou a receita de Marathon de Bungie em todas as plataformas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O jogo está em Early Access até 1-2 anos, com uma versão para consoles prevista para 2028. Apesar de enfrentar desafios, Wardogs já é um sucesso, com avaliações &apos;Muito Positivas&apos; e conteúdo novo previsto para a temporada 2.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O jogo, lançado em Early Access no Steam em &lt;strong&gt;10 de setembro&lt;/strong&gt;, apresenta uma jogabilidade tática em primeira pessoa que promete uma experiência envolvente. A equipe de desenvolvimento tem trabalhado arduamente para garantir que cada detalhe do jogo seja perfeito, desde a física dos personagens até a trilha sonora envolvente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, Wardogs oferece uma variedade de modos de jogo, permitindo que os jogadores escolham entre diferentes desafios e estratégias. A Team17 continua a trabalhar para melhorar o jogo e garantir que ele atenda às expectativas dos jogadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Team17, desenvolvedora de Wardogs, já deixou sua marca no mercado de jogos com títulos como Killing Floor e A Way Out. Com Wardogs, a Team17 busca continuar sua tradição de desenvolver jogos de tiro em equipe de alta qualidade, e que prometem oferecer uma experiência envolvente e emocionante para os jogadores. A Steam Frame é uma nova tecnologia de renderização desenvolvida pela Valve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela permite que jogos gerados para Windows-PC sejam reproduzidos no SteamOS (Linux) ou traduzidos com Proton e FEX. Half-Life: Alyx é um exemplo de jogo que utiliza essa tecnologia, oferecendo uma experiência de visualização aprimorada com Foveated Rendering.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Preço e disponibilidade&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Versão&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Preço&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Mercado&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Disponibilidade&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Todas as versões&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;US$ 40&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Todas as versões&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;US$ 70&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Wardogs não confirma venda no Brasil&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Wardogs vendeu 2,2 milhões de cópias em uma semana, enquanto Arc Raiders e Helldivers 2 levaram mais tempo para atingir esse número.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A Steam Frame pode ser usada para jogar Wardogs?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Valve não confirmou a data de lançamento do Steam Deck 2.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-wardogs-ultrapassa-arc-raiders-e-helldivers-2-em-vendas-no-lancamento&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-17-wardogs-ultrapassa-arc-raiders-e-helldivers-2-em-vendas-no-lancamento.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category><category>Games</category></item><item><title>Canon lança EOS R8 Mark II com estabilização de imagem no corpo</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-canon-lanca-eos-r8-mark-ii-com-estabilizacao-de-imagem-no-corpo</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-canon-lanca-eos-r8-mark-ii-com-estabilizacao-de-imagem-no-corpo</guid><description>O visual retoma linhas retas e arcos da EOS 650, primeira câmera da série EOS, lançada em 1987, e deixa as curvas da EOS R original de lado.</description><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 20:33:03 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;A Canon anuncia a EOS R8 Mark II em 16 de setembro de 2026, mirrorless full-frame com design redesenhado e estabilização de imagem no corpo. A câmera mantém o sensor de 24,2 MP e o processador DIGIC X do modelo original, mas ganha estabilização de 5 eixos com até 7,5 stops de correção no centro do quadro. No Japão, a EOS R8 Mark II chega em &lt;strong&gt;29 de outubro&lt;/strong&gt; por &lt;strong&gt;275.000 ienes&lt;/strong&gt; (≈ US$ 1.774) só o corpo.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Canon estende o lançamento para os Estados Unidos e França, com datas e configurações próprias em cada mercado. Nos Estados Unidos, a EOS R8 Mark II chega ao mercado no final de &lt;strong&gt;outubro de 2026&lt;/strong&gt; e custa &lt;strong&gt;US$ 1.899&lt;/strong&gt; só o corpo; o kit com a lente RF 24-50mm f/4.5-6.3 IS STM custa &lt;strong&gt;US$ 2.099&lt;/strong&gt;. Na França, a câmera chega às lojas em &lt;strong&gt;20 de outubro de 2026&lt;/strong&gt; por &lt;strong&gt;1.799 euros&lt;/strong&gt; no corpo isolado, ou 2.199 euros no kit com o zoom RF 24-105mm f/4-7,1.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo sem mudar o sensor, a câmera ganha velocidade: a captura contínua chega a 40 quadros por segundo com obturador eletrônico. Em vídeo, a EOS R8 Mark II grava 4K a 60 quadros por segundo com superamostragem (captura em resolução maior e reduz o arquivo, o que dá mais nitidez) a partir de 6K, sem cortar a imagem nas bordas do sensor. Ela também roda em Full HD a 180 quadros por segundo sem corte de imagem, e registra em Canon Log 3 e HLG, perfis que preservam mais detalhe de luz e sombra para editar depois.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O design retomado da EOS 650, primeira câmera da série EOS lançada em 1987, troca as curvas do EOS R original por linhas retas e arcos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A estabilização de 5 eixos chega também às bordas do quadro, com 7,0 stops de correção ali. Em fotos de paisagem ou vídeo com grande angular, essa cobertura evita distorção nas margens, onde tremores costumam aparecer com mais força e comprometer a nitidez. O obturador eletrônico grava até 40 fps sem espelho nem cortina física, o que soma velocidade para cenas rápidas como esportes ou fauna e tira o ruído mecânico do disparo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O foco segue travado quadro a quadro, função do sensor Dual Pixel CMOS AF que já equipava o modelo anterior e agora ganha um uso extra. Esse mesmo sensor alimenta um recurso novo: o Dual Pixel 3D Converter, aplicativo para computador que a Canon lança em &lt;strong&gt;8 de outubro de 2026&lt;/strong&gt;. O programa transforma uma única foto em JPEG em um modelo tridimensional, a partir dos dados de distância que o sensor capta em cada pixel duplo da imagem. Não exige arquivo RAW nem múltiplas câmeras — a EOS R8 Mark II já grava esses metadados de profundidade em cada disparo, prontos para a conversão posterior.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Sensor&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;CMOS full-frame de 24,2 MP&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Estabilização&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;IBIS de 5 eixos, até 7,5 stops no centro e 7,0 stops nas bordas&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Vídeo&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;4K 60p com superamostragem de 6K; Full HD 180p sem crop&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Peso&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;aproximadamente 546 g com bateria e cartão de memória&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Dimensões&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;aproximadamente 131,4 x 79,7 x 90 mm&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Bateria&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;LP-E17, cerca de 340 fotos (tela) ou 220 fotos (visor)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Armazenamento&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;um slot de cartão SD, reposicionado para a lateral do corpo&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Preço e disponibilidade&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Versão&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Preço&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Mercado&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Disponibilidade&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Kit com RF24-105mm F4-7.1 IS STM&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;324.500 ienes (≈ US$ 2.093)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Japão&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;29 de outubro de 2026&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Só o corpo&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;US$ 1.899&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Estados Unidos&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;final de outubro de 2026&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Kit com RF 24-50mm f/4.5-6.3 IS STM&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;US$ 2.099&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Estados Unidos&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;final de outubro de 2026&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Só o corpo&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;1.799 euros&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;França&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;20 de outubro de 2026&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Comparativo&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Canon EOS R8 Mark II vs Canon EOS R6 Mark III&lt;/p&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Canon EOS R8 Mark II&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Canon EOS R6 Mark III&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Estabilização (IBIS)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;até 7,5 stops&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;até 8,5 stops&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Vídeo máximo&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;4K 60p (superamostragem 6K)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;7K&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Preço só corpo (França)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;1.799 euros&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;2.899 euros&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Lançamento (França)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;20 de outubro de 2026&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;novembro de 2025&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;R8 original não tinha estabilização no corpo&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A EOS R8 Mark II chega depois de a Canon atualizar a linha intermediária full-frame com o EOS R6 Mark III, poucos meses antes. Essa atualização anterior deixa a EOS R8 Mark II como porta de entrada renovada da família full-frame. O modelo fica um degrau abaixo do R6 Mark III em recursos, mas ganha estabilização de imagem que a geração passada não tinha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O design rompe com as linhas curvas que a Canon adota nos últimos modelos da série R. A inspiração vem da EOS 650, lançada em 1987 como a primeira câmera da linha EOS da marca. A EOS R8 original chega ao mercado em 2023 como alternativa full-frame ao EOS R6 Mark II daquela época.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A falta de estabilização no corpo é uma das lacunas mais citadas do modelo. A Mark II resolve essa ausência e herda o papel de porta de entrada full-frame estabilizada da Canon.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A EOS R8 Mark II também abre uma frente fora da câmera. O autofoco Dual Pixel CMOS AF, que já mede distância para focar, passa a alimentar um programa de computador da própria Canon.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Dual Pixel 3D Converter lê os dados de profundidade guardados dentro de uma foto em JPEG. A partir deles, monta um modelo tridimensional da cena.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O recurso muda o uso prático do arquivo: uma imagem parada deixa de servir só para exibição e passa a virar matéria-prima para reconstrução 3D, sem exigir múltiplas fotos ou sensor de profundidade separado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Canon não diz se vai levar essa leitura de profundidade a outros modelos com o mesmo autofoco.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Canon não confirma preço no Brasil&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Preço e data de disponibilidade no Brasil não informados&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Não confirmado se os preços em dólar e euro são conversão cambial ou valores fixados por região&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Disponibilidade em outros mercados além de Japão, EUA e França não confirmada&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-canon-lanca-eos-r8-mark-ii-com-estabilizacao-de-imagem-no-corpo&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-16-canon-lanca-eos-r8-mark-ii-com-estabilizacao-de-imagem-no-corpo.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category><category>Design</category></item><item><title>Redmi lança Note 17 Pro e Pro Max com bateria de silício-carbono na Índia</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-redmi-lanca-note-17-pro-e-pro-max-com-bateria-de-silicio-carbono-na-india</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-redmi-lanca-note-17-pro-e-pro-max-com-bateria-de-silicio-carbono-na-india</guid><description>Os dois aparelhos recebem certificação IP69K contra água e poeira e prometem quatro anos de atualizações de sistema.</description><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 20:33:03 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;*A Redmi lança os smartphones Note 17 Pro e Note 17 Pro Max na Índia nesta terça-feira, 15 de setembro de 2026. O Pro Max roda o chipset Snapdragon 6 Gen 5 e carrega a 100W com fio; o Pro traz o Snapdragon 6s Gen 4 e carregamento de 67W.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As vendas do Note 17 Pro começam em &lt;strong&gt;17 de setembro&lt;/strong&gt;, e as do Pro Max, em &lt;strong&gt;23 de setembro&lt;/strong&gt;. A Redmi ainda não confirma chegada ao Brasil.*&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Redmi aposta em telas grandes e baterias generosas para completar a família Note 17 na Índia. Os dois modelos trazem tela AMOLED de 6,83 polegadas, com resolução 1,5K (2772x1280) e taxa de atualização de 120Hz. A tela ganha brilho de pico de 3.500 nits e vem protegida por Gorilla Glass Victus 2.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A diferença maior fica na bateria: o Note 17 Pro usa uma célula de silício-carbono de 9.000 mAh, e o Pro Max sobe para 10.000 mAh. A tecnologia troca parte do grafite por silício e acomoda mais energia no mesmo espaço. Cada aparelho também devolve energia a outros dispositivos por recarga reversa: 22,5W no Pro e 27W no Pro Max.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Do lado da resistência, os dois telefones somam certificações IP66, IP68, IP69 e IP69K contra poeira e água. Também suportam quedas de até 3 metros em teste certificado pela SGS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por dentro, rodam o HyperOS 3 sobre o Android 16 e recebem 4 anos de atualizações de sistema e 6 anos de patches de segurança. Na Índia, o Note 17 Pro com 8GB de RAM e 128GB de armazenamento sai por &lt;strong&gt;INR 36.999&lt;/strong&gt; (≈ US$ 386), e a versão com 256GB custa &lt;strong&gt;INR 39.999&lt;/strong&gt; (≈ US$ 417). O Pro Max com 8GB e 256GB custa &lt;strong&gt;INR 49.999&lt;/strong&gt; (≈ US$ 521), e a variante com 12GB de RAM chega a &lt;strong&gt;INR 55.999&lt;/strong&gt; (≈ US$ 584).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O brilho de pico de 3.500 nits mantém a leitura possível mesmo sob sol forte. A proteção fica por conta do Gorilla Glass Victus 2, vidro que resiste melhor a riscos e quedas do dia a dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na prática, isso cobre desde respingos e imersão até jatos de água quente. A SGS, entidade de certificação suíça, testou os modelos em quedas de até 3 metros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No software, o Note 17 Pro e o Pro Max rodam o HyperOS 3, sistema da Xiaomi construído sobre o Android 16.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Tela&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;6,83 polegadas, AMOLED, 1,5K (2772x1280), 120Hz, 3.500 nits, Gorilla Glass Victus 2&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Processador (Pro)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Snapdragon 6s Gen 4&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Processador (Pro Max)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Snapdragon 6 Gen 5&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Bateria (Pro)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;9.000 mAh silício-carbono, carregamento com fio de 67W, recarga reversa de 22,5W&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Bateria (Pro Max)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;10.000 mAh silício-carbono, carregamento com fio de 100W, recarga reversa de 27W&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Resistência&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;IP66, IP68, IP69, IP69K, resistência a quedas de até 3 metros certificada pela SGS&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Sistema&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;HyperOS 3 sobre Android 16&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Atualizações&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;4 anos de atualizações de sistema e 6 anos de patches de segurança&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Preço e disponibilidade&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Versão&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Preço&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Mercado&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Disponibilidade&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Redmi Note 17 Pro 8GB+128GB&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;INR 36.999 (≈ US$ 386)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Índia&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;vendas a partir de 17 de setembro de 2026&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Redmi Note 17 Pro 8GB+256GB&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;INR 39.999 (≈ US$ 417)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Índia&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;vendas a partir de 17 de setembro de 2026&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Redmi Note 17 Pro Max 8GB+256GB&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;INR 49.999 (≈ US$ 521)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Índia&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;vendas a partir de 23 de setembro de 2026&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Redmi Note 17 Pro Max 12GB+256GB&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;INR 55.999 (≈ US$ 584)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Índia&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;vendas a partir de 23 de setembro de 2026&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Família Note 17 se completa na Índia&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A linha Note 17 chega em três etapas: a versão básica estreou no mês passado na Índia, e agora os modelos Pro e Pro Max fecham a família. A resistência soma-se à autonomia como diferencial dos modelos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dois modelos levam certificações SGS e TÜV SÜD, testes de laboratórios independentes que atestam resistência a quedas e à água. Esse reforço acompanha o salto nas baterias de silício-carbono, material que acomoda mais energia no mesmo espaço físico da célula.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Redmi já havia levado o Note 17 Pro Max à Europa antes da chegada à Índia, mas a variante indiana roda com bateria maior que a europeia. A empresa mantém a estratégia de lançar a linha Note por etapas: primeiro a versão básica, depois os modelos Pro.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Recarga reversa vira fonte de energia extra&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A recarga reversa transforma a bateria grande em fonte extra de energia para outros aparelhos. O Pro Max devolve até 27W a um fone ou outro celular; o Pro chega a 22,5W na mesma função. Assim, a autonomia deixa de ser só resistência e vira recurso ativo, sem depender de carregador externo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A separação entre Pro e Pro Max também define como a Redmi organiza a linha daqui para frente: um modelo foca em resistência e autonomia, o outro em desempenho e velocidade de carga. Essa divisão testa a resposta do mercado indiano antes de qualquer decisão sobre expandir a estratégia para outras regiões. Os dois aparelhos concluem o lançamento da família Note 17 nesta semana: o Pro chega às lojas primeiro, e o Pro Max, alguns dias depois.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Redmi não confirma chegada ao Brasil&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Preço e data de lançamento no Brasil não informados&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Não fica claro se o preço de tabela e o preço &apos;com ofertas de lançamento&apos; referem-se às mesmas versões de RAM/armazenamento&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Lançamento em mercados fora da Índia (como Filipinas ou Europa) não confirmado pelas fontes fornecidas&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-redmi-lanca-note-17-pro-e-pro-max-com-bateria-de-silicio-carbono-na-india&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-16-redmi-lanca-note-17-pro-e-pro-max-com-bateria-de-silicio-carbono-na-india.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category><category>Software</category><category>Mais comentados</category></item><item><title>Geekbench revela Snapdragon 7s Gen 3 no Motorola Edge 70 Neo</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-geekbench-revela-snapdragon-7s-gen-3-no-motorola-edge-70-neo</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-geekbench-revela-snapdragon-7s-gen-3-no-motorola-edge-70-neo</guid><description>Renders vazados mostram o aparelho em quatro cores, com moldura fosca e tela de bordas curvas.</description><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 20:01:41 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;A Motorola confirma, em comunicado oficial, que o Edge 70 Neo chega à Índia, mas ainda não revela a data de lançamento. Uma listagem no Geekbench 7 mostra que o aparelho roda com o chipset Snapdragon 7s Gen 3, fabricado em processo de 4 nanômetros (mede o tamanho dos transistores), com 6GB de RAM e Android 16. O mesmo chip já equipa o Edge 70 Fusion, que integra a linha Edge da Motorola.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A listagem do Geekbench 7 identifica o processador do Edge 70 Neo como SM7635, variante que a Qualcomm usa no Snapdragon 7s Gen 3. A configuração reúne oito núcleos: um a 2,5GHz, três a 2,4GHz e quatro a 1,8GHz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse arranjo é comum em chips intermediários, que reservam os núcleos para as tarefas pesadas. No teste, o aparelho marcou 723 pontos no single-core e 2.943 pontos no multi-core — métricas que medem o desempenho de um núcleo isolado e do conjunto trabalhando junto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto a Motorola não detalha o design final do aparelho, renders vazados já circulam na imprensa especializada. Eles mostram o Edge 70 Neo em quatro cores — rosa, verde-escuro, verde-claro e azul-claro — com moldura fosca e tela de bordas curvas. As imagens partem de estimativas de veículos como IT Home e GSMArena e ainda não têm confirmação oficial da fabricante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O lançamento na Índia amplia a linha Edge, que já reúne o Edge 70 Fusion e o Edge 70 Plus, apresentado meses antes com especificações mais robustas. A Motorola segue sem falar em preço ou em data para o Neo chegar às lojas indianas.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Processador&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Snapdragon 7s Gen 3 (SM7635), 4nm, 8 núcleos (1x2,5GHz + 3x2,4GHz + 4x1,8GHz)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Preço e disponibilidade&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Versão&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Preço&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Mercado&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Disponibilidade&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Motorola Edge 70 Neo&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;£ 529,99 (≈ US$ 713)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Reino Unido&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Motorola Edge 70 Neo&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;US$ 716&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Oito núcleos dividem as tarefas do dia a dia&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O processador tem oito núcleos organizados em três blocos: um roda a 2,5GHz para tarefas pesadas, três operam a 2,4GHz para o uso geral e quatro ficam em 1,8GHz para tarefas leves. Essa divisão deixa o aparelho alternar a potência conforme o aplicativo aberto. Jogos e edição de vídeo puxam os núcleos, enquanto notificações e checagens em segundo plano ficam com os núcleos menores, que gastam menos energia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A quantidade de memória do aparelho permite manter vários aplicativos abertos ao mesmo tempo, sem que o sistema feche o que ficou em segundo plano. Trocar de um app de mensagens para o navegador e voltar sem recarregar a tela é o efeito prático dessa capacidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A versão do Android que roda no Edge 70 Neo é a mais recente da linha do sistema, o que estende o ciclo de atualizações de segurança depois do lançamento. Fabricantes costumam contar o suporte a partir da versão instalada de fábrica; rodar a edição mais nova já na estreia soma tempo de atualização antes do aparelho ficar sem suporte.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Fusion e Plus já ocupam a linha Edge&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O Neo chega para completar uma linha Edge que a Motorola já vem construindo ao longo de 2026. Já o Edge 70 Plus mira um público diferente: apresentado na IFA 2026, feira de tecnologia realizada na Alemanha, ele tem tela AMOLED de 6,78 polegadas, câmera de 200MP e bateria de 6.500mAh.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Snapdragon 7s Gen 3 posiciona o Neo no segmento intermediário, um degrau abaixo da linha 7+ que a Qualcomm reserva para aparelhos mais caros. Nessa faixa de preço, a Motorola disputa espaço com marcas asiáticas que também miram o público de entrada e meio de tabela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até agora, quase tudo o que se sabe sobre o Neo vem de listagens de benchmark e renders vazados. A Motorola ainda não publicou uma ficha técnica completa, e o histórico recente do aparelho segue dependente desses vazamentos parciais.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Renders vazados adiantam quatro cores do aparelho&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Enquanto a Motorola mantém sigilo sobre data e preço, o Geekbench (aplicativo que mede o desempenho do processador) já revela os números do Edge 70 Neo: 723 pontos no teste single-core e 2.943 no multi-core. O aparelho fica abaixo do Edge 70 Plus, que roda o mesmo chip, mas tem mais memória e tela maior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O dado sugere que a Motorola separa os modelos da linha Edge 70 pela configuração, não pelo processador. As imagens não trazem data de lançamento, mas mostram que o aparelho já passa pelos testes finais antes da confirmação oficial da Motorola para o mercado indiano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-geekbench-revela-snapdragon-7s-gen-3-no-motorola-edge-70-neo&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-16-geekbench-revela-snapdragon-7s-gen-3-no-motorola-edge-70-neo.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category></item><item><title>Nvidia lança RTX PRO 5500 Blackwell para cargas de IA em rack</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-nvidia-lanca-rtx-pro-5500-blackwell-para-cargas-de-ia-em-rack</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-nvidia-lanca-rtx-pro-5500-blackwell-para-cargas-de-ia-em-rack</guid><description>O recurso MIG divide a GPU em até duas instâncias isoladas de 42 GB cada, com núcleos e cache próprios.</description><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 20:01:41 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;A Nvidia lança o RTX PRO 5500 Blackwell Workstation Edition, GPU profissional com 84 GB de memória GDDR7 e correção de erros, para racks. A placa reaproveita o chip Blackwell GB202 e os 21.760 núcleos CUDA da GeForce RTX 5090, mas troca o foco para memória e isolamento de cargas de IA.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O chip que dá origem à RTX PRO 5500 reúne 92,2 bilhões de transistores em uma área de 750 mm², a mesma base física usada na versão para desktops. A largura de banda de memória chega a 1.398 GB/s, o ritmo em que a GPU troca dados entre a memória e os núcleos de processamento. Sob carga total, o consumo máximo de energia da placa pode chegar a 600 W.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A conexão com a placa-mãe segue o padrão PCIe Gen 5 x16, e a saída de vídeo soma até quatro portas DisplayPort 2.1b. Essas portas sustentam imagem em 8K a 240 Hz ou 16K a 60 Hz, resolução usada em monitores profissionais de alta densidade. A &lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-nvidia-vera-rubin-nvl72-estreia-no-mlperf-com-desempenho-maior-que-o-gb300-nvl72&quot;&gt;Nvidia&lt;/a&gt; também ativa o recurso MIG (Multi-Instance GPU), que fragmenta a placa em até duas instâncias totalmente isoladas, cada uma com 42 GB de memória, cache e núcleos próprios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na prática, você roda duas cargas de IA diferentes na mesma placa sem que uma interfira na outra. Em vídeo, a placa ganha três codificadores NVENC de nona geração e três decodificadores NVDEC de sexta geração, com suporte a H.264 e HEVC em formato 4:2:2.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na prática, o gargalo some antes de virar problema em cargas que movem muito dado por segundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso permite processar três fluxos de vídeo ao mesmo tempo sem dividir a capacidade da GPU entre eles, útil para quem renderiza ou transmite múltiplos streams em paralelo. No formato físico, a versão padrão roda com refrigeração a ar, ocupa dois slots e mede 4,4 x 11,1 polegadas (11,2 x 28,2 cm), dimensão pensada para caber em gabinetes de workstation tradicionais. Há ainda uma variante com refrigeração líquida, que troca o design a ar por um sistema fechado e libera espaço térmico para instalar mais placas lado a lado em um mesmo rack.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Saídas de vídeo&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Até 4x DisplayPort 2.1b, imagem até 8K a 240 Hz ou 16K a 60 Hz&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Codificação de vídeo&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;3x NVENC (9ª geração), 3x NVDEC (6ª geração), suporte H.264/HEVC 4:2:2&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Refrigeração e formato&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Versão a ar com 2 slots, 4,4 x 11,1 polegadas; variante com refrigeração líquida&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Preço e disponibilidade&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Versão&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Preço&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Mercado&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Disponibilidade&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;NVIDIA RTX PRO 5500 Blackwell Workstation Edition&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;€ 17.999&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;32 GB&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;R$ 83.000&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Brasil&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;32 GB&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;US$ 16.000&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;RTX PRO 6000 ainda lidera a linha&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A RTX PRO 5500 entra na linha profissional RTX PRO da Nvidia, ao lado da RTX PRO 6000 (96 GB de memória) e da RTX PRO 5000. As três placas rodam sobre a arquitetura Blackwell e formam um portfólio escalonado pela quantidade de memória, voltado a cargas de IA, simulação física e gráficos em workstations. A diferença em relação à GeForce RTX 5090 está no destino de uso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A nova placa mira instalações em rack, e não desktops convencionais. Empresas montam racks com várias unidades para centralizar e dividir a potência de processamento entre equipes, um uso distinto do computador único de um jogador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A diferença de memória entre as duas, 84 GB contra 96 GB, ajuda a definir qual placa cada equipe escolhe conforme o tamanho dos modelos de IA que rodam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A RTX PRO 5500 exige infraestrutura pesada. A placa consome até 600 W sob carga total — o mesmo teto da RTX PRO 6000 — e pede fonte e ventilação dimensionadas para rack.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A interface PCIe Gen 5 x16 acelera a troca de dados com o processador. Quatro saídas DisplayPort 2.1b entregam imagem em 8K a 240 Hz ou 16K a 60 Hz, resolução usada em paredes de vídeo e na renderização de cenas complexas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A placa existe em versão refrigerada a ar, com dois slots, e em outra com refrigeração líquida, para racks mais densos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Nvidia não confirma preço nem data de venda&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Preço e disponibilidade da RTX PRO 5500 no Brasil não informados&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Data exata de disponibilidade para venda não informada, só &apos;em breve&apos;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Mercados específicos de lançamento não informados&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-nvidia-lanca-rtx-pro-5500-blackwell-para-cargas-de-ia-em-rack&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-16-nvidia-lanca-rtx-pro-5500-blackwell-para-cargas-de-ia-em-rack.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category><category>Software</category><category>Mais comentados</category></item><item><title>Samsung aprimora Portrait Video e lança My FanCam na série Galaxy Z</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-samsung-aprimora-portrait-video-e-lanca-my-fancam-na-serie-galaxy-z</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-samsung-aprimora-portrait-video-e-lanca-my-fancam-na-serie-galaxy-z</guid><description>Os recursos nascem de uma parceria entre a equipe de Visual Technology da Samsung Research e a divisão de câmera da Samsung MX.</description><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 20:01:41 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;A Samsung apresenta no Unpacked de julho de 2026 os recursos My FanCam e Portrait Video aprimorado para a série Galaxy Z. O My FanCam mantém uma pessoa escolhida em foco na edição de vídeo. Já o Portrait Video simula o bokeh (efeito de fundo desfocado) de lentes profissionais de grande abertura nos modelos Z Fold8 Ultra, Z Fold8 e Z Flip8. O usuário ajusta a intensidade do desfoque em uma escala de 0 a 7 mesmo depois de gravar o vídeo.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-samsung-lanca-my-fancam-para-seguir-pessoas-em-videos-do-galaxy-z&quot;&gt;Samsung&lt;/a&gt; detalha as duas funções em entrevista publicada na Samsung Newsroom, dentro da série “The People Behind the &lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-samsung-usa-tela-do-galaxy-z-fold8-em-bate-papo-literario-com-a-minumsa&quot;&gt;Galaxy Z&lt;/a&gt; Series&apos; Camera Innovations”. A equipe de Visual Technology da Samsung Research trabalha ao lado da divisão MX (Mobile eXperience) da Samsung Electronics no desenvolvimento das ferramentas. YoungGeol Kim, da Samsung Research, e Sang-uk Park, responsável por câmera na divisão MX, assinam as explicações técnicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Portrait Video cruza duas camadas de processamento: uma analisa o comportamento óptico de lentes reais de grande abertura, e a outra usa inteligência artificial para estimar a distância entre os elementos da cena gravada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O My FanCam já não fica restrito aos modelos dobráveis mais recentes. A Samsung leva o recurso ao Galaxy S24 pela segunda versão beta do One UI 9. A atualização também traz ao aparelho mais antigo funções como Call Brief e Now Nudge, originadas no Galaxy S26 e no Z Fold8.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;My FanCam&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Recurso que permite focar a edição do vídeo em uma pessoa escolhida&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Portrait Video&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Recria profundidade e bokeh de lente de grande abertura&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Ajuste de desfoque&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Escala de 0 a 7, ajustável após a gravação&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Preço e disponibilidade&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Versão&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Preço&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Mercado&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Disponibilidade&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Samsung Galaxy Z série&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;€ 280&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Samsung Galaxy Z série&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;NOK 3.290 (≈ US$ 352)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Samsung Galaxy Z série&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;SEK 3.290 (≈ US$ 336)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;2TB&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;US$ 1.300&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;IA calcula a distância até o fundo&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O Portrait Video não usa só um efeito de desfoque genérico. O sistema cruza a análise óptica de lentes reais de grande abertura, que naturalmente separam o objeto do fundo em fotos profissionais, com uma estimativa de distância feita por inteligência artificial. Essa combinação calcula o bokeh de forma proporcional: quanto mais longe o fundo, mais forte o desfoque, imitando o comportamento de uma lente física.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois de gravar, o usuário ainda pode trocar quem fica em foco na cena. Se duas pessoas aparecem no quadro e a atenção deveria estar na segunda, basta selecioná-la na edição para que o sistema recalcule o desfoque em torno dela. Já o My FanCam funciona como um cinegrafista pessoal, segundo descreve a AndroidPolice.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O usuário escolhe uma pessoa dentro de um vídeo já gravado, e a IA a mantém em quadro enquanto ela se movimenta. Não é preciso segurar o celular apontado o tempo todo. Na prática, isso resolve um problema comum em shows e apresentações: manter o foco em alguém específico mesmo quando ela circula pelo ambiente.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;One UI 9 leva os recursos ao Galaxy S24&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A série Galaxy Z já roda funções de vídeo com inteligência artificial em gerações anteriores. A nova leva aprofunda a simulação de lentes profissionais de grande abertura e soma o My FanCam como ferramenta de edição voltada para uma pessoa. A Samsung não para nos modelos dobráveis: a empresa estende esses recursos para aparelhos mais antigos, como o Galaxy S24, por meio da atualização de software One UI 9.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O movimento não fica isolado no mercado de câmeras com inteligência artificial. A OpenAI comprou a startup Glass Imaging, especializada em tecnologias para câmeras de smartphones, negócio avaliado em mais de US$ 300 milhões. Antes, a empresa valia cerca de US$ 100 milhões numa rodada de financiamento do ano anterior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Samsung não confirma relação direta com o avanço da OpenAI. Mas o interesse recente de outras empresas de tecnologia em computação fotográfica avançada mostra que a corrida por câmeras mais inteligentes ultrapassa os fabricantes tradicionais de celular.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Fotografia deixa de ser decisão única na captura&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O efeito de profundidade deixa de depender só do hardware e passa a ser processado por software editável. Antes, o bokeh (o desfoque suave do fundo) saía pronto no momento do clique; agora o algoritmo recalcula a cena depois que o vídeo já foi gravado. A mudança permite que o processamento fotográfico avance por atualização de software, sem esperar um chip novo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A tendência aproxima o celular da câmera profissional não pela lente, mas pelo cálculo. Quanto mais fina a estimativa de distância, mais natural fica a transição entre nitidez e desfoque. A Samsung não detalha se outros modelos da linha vão receber o Portrait Video aprimorado, nem quando essa camada de processamento chega além dos aparelhos já confirmados.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Preço da série Galaxy Z segue sem confirmação&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Preço e disponibilidade comercial da série Galaxy Z por país, incluindo Brasil, não constam nas fontes.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Data exata de início das vendas ao público não foi confirmada, apenas o anúncio no Unpacked de &lt;strong&gt;julho de 2026&lt;/strong&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Detalhes técnicos adicionais do Galaxy AI mencionados na página do Galaxy S26 Series não foram confirmados por falta de conteúdo extraído.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-samsung-aprimora-portrait-video-e-lanca-my-fancam-na-serie-galaxy-z&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-16-samsung-aprimora-portrait-video-e-lanca-my-fancam-na-serie-galaxy-z.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category><category>Software</category></item><item><title>Samsung lança My FanCam para seguir pessoas em vídeos do Galaxy Z</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-samsung-lanca-my-fancam-para-seguir-pessoas-em-videos-do-galaxy-z</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-samsung-lanca-my-fancam-para-seguir-pessoas-em-videos-do-galaxy-z</guid><description>O Portrait Video, outro recurso estreante na linha, recria o desfoque óptico de lentes profissionais com ajuste de 0 a 7 depois da gravação.</description><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 20:01:41 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;A Samsung apresenta o My FanCam e o Portrait Video na linha Galaxy Z Series, no Galaxy Unpacked de julho de 2026. Os recursos usam inteligência artificial para editar vídeo em pós-produção e estreiam nos modelos Galaxy Z Fold8 Ultra, Galaxy Z Fold8 e Galaxy Z Flip8, equipados com a One UI 9 baseada no Android 17.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O My FanCam resolve um problema específico: gravar um vídeo horizontal em 4K e só depois escolher quem é o protagonista da cena. A inteligência artificial identifica a pessoa selecionada pelo usuário e a segue automaticamente ao longo de toda a gravação, sem reenquadramento manual. O resultado sai em três formatos de exportação — vertical (9:16), quadrado (1:1) ou horizontal —, prontos para redes sociais ou para telas tradicionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já o Portrait Video mira o efeito bokeh, o desfoque suave de fundo típico de lentes profissionais com abertura grande. A &lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-samsung-aprimora-portrait-video-e-lanca-my-fancam-na-serie-galaxy-z&quot;&gt;Samsung&lt;/a&gt; recria esse comportamento óptico por processamento de vídeo com inteligência artificial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O usuário ajusta o nível de desfoque numa escala de 0 a 7 mesmo depois de a gravação terminar. Antes, esse ajuste ficava restrito ao momento da captura ou dependia de softwares de edição separados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dois recursos nascem de um trabalho dividido entre duas equipes da empresa. A Samsung Research analisou as características ópticas de lentes de câmera reais e desenvolveu a tecnologia de processamento por trás dos efeitos, enquanto a divisão Mobile eXperience (MX) cuidou da otimização para rodar diretamente nos aparelhos, sem depender de nuvem.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Recurso de retrato&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Portrait Video (인물 동영상)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Ajuste de desfoque&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;0 a 7&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Preço e disponibilidade&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Versão&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Preço&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Mercado&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Disponibilidade&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Todas as versões&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;não informado&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;não informado&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Desfoque do retrato ajustável após a gravação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O Portrait Video tem uma escala de desfoque de 0 a 7, ajustável mesmo depois de o vídeo estar gravado. Quanto mais alto o número, mais forte fica o efeito bokeh — o borrão que separa o rosto do fundo e imita o resultado de lentes profissionais de grande abertura. Quem grava um depoimento ou uma cena parada troca o enquadramento sem precisar regravar a cena inteira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O recorte em 9:16 serve para o feed do Instagram e do TikTok, o quadrado 1:1 cabe em posts estáticos, e o horizontal mantém o enquadramento original para quem assiste em tela cheia. A pessoa que grava não escolhe o formato antes de apertar o botão: a decisão fica para depois, quando a IA já isolou o protagonista da cena.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, quem grava evita repetir a mesma cena várias vezes só para publicar em redes com proporções diferentes. O ajuste de desfoque e a escolha de formato rodam direto no aparelho, sem passar por um editor externo.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Portrait Video evolui o desfoque das gerações anteriores&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A Samsung constrói esses recursos sobre anos de desenvolvimento em vídeo com inteligência artificial na linha Galaxy. A meta é aproximar o smartphone de uma câmera profissional dedicada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Portrait Video não nasce do zero: ele evolui os efeitos de desfoque de fundo já presentes em gerações anteriores da série Z. A diferença está na análise ótica de lentes reais, que a Samsung usa como referência para recriar o comportamento de equipamentos profissionais ao borrar o fundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;My FanCam responde a outro movimento do mercado: o crescimento do consumo de vídeos verticais em redes como TikTok e Instagram Reels. A função entra em concorrência direta com soluções de reenquadramento automático já testadas por outros fabricantes de smartphones. Também compete com aplicativos de edição que usam inteligência artificial para recortar e seguir pessoas em vídeos horizontais.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;My FanCam pode chegar ao Galaxy S26&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Os três aparelhos da linha Z tratam a filmagem como matéria-prima, não como resultado final. A Samsung Research modela a ótica de lentes reais; a divisão Mobile eXperience (MX) adapta esse cálculo ao hardware do aparelho. O trabalho fica dividido entre pesquisa de imagem e engenharia de dispositivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa separação explica por que My FanCam e Portrait Video chegam primeiro à linha Z, não a toda a família Galaxy. A Samsung já sinaliza que o My FanCam pode se estender ao Galaxy S26 e a outros aparelhos compatíveis. Mas ainda não confirma quais modelos recebem o recurso, nem quando isso acontece.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Preço e chegada ao Brasil não confirmados&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Data de lançamento e disponibilidade comercial no Brasil não confirmadas&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Confirmação oficial da chegada do My FanCam ao Galaxy S26 ou outros modelos não encontrada&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-samsung-lanca-my-fancam-para-seguir-pessoas-em-videos-do-galaxy-z&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-16-samsung-lanca-my-fancam-para-seguir-pessoas-em-videos-do-galaxy-z.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category><category>Software</category></item><item><title>Sony apresenta headsets Pulse e Pulse Edge para PS5</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-sony-apresenta-headsets-pulse-e-pulse-edge-para-ps5</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-sony-apresenta-headsets-pulse-e-pulse-edge-para-ps5</guid><description>O Pulse Edge tem um microfone boom destacável: quando a haste sai, um microfone oculto assume a função.</description><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 20:01:41 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;A Sony revela os headsets sem fio PlayStation Pulse e Pulse Edge para PS5, sucessores do Pulse Elite lançado em 2024. O Pulse Edge tem o dobro de ímãs no driver magnético planar (tecnologia que separa o som com mais precisão espacial) e ganha cancelamento ativo de ruído — recursos ausentes no Pulse padrão.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Sony revela os dois modelos em &lt;strong&gt;15 de setembro de 2026&lt;/strong&gt;, dentro da renovação da linha Pulse que estreou com o Pulse Elite. O Pulse usa 4 ímãs no driver magnético planar; o Pulse Edge sobe para 8 ímãs no mesmo componente — a diferença que garante graves mais profundos ao modelo Edge. Os dois headsets rodam o PlayStation Link, protocolo de conexão sem fio da Sony que passa por um adaptador USB-C incluído na caixa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A tecnologia entrega áudio lossless (sem perda de qualidade na compressão) e latência ultrabaixa. Funciona no PS5, no PlayStation Portal, em PC e Mac, e ainda mantém uma conexão Bluetooth simultânea para chamadas ou outro dispositivo. Cada modelo vem em duas cores, branco e Midnight Black.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Sony planeja lançar o Pulse na temporada de festas de 2026 em mercados selecionados; o Pulse Edge chega só no início de 2027. A empresa ainda não confirma data exata, pré-venda ou preço para nenhum dos dois modelos. Segundo a companhia, os drivers maiores ajudam o jogador a identificar pistas direcionais, como passos e recarregamentos de arma, em partidas competitivas de tiro em primeira pessoa.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Conectividade&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;PlayStation Link via adaptador USB-C incluído, com Bluetooth simultâneo&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Compatibilidade&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;PS5, PlayStation Portal, PC e Mac&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Acessórios (Pulse Edge)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;estojo de transporte, controle de equilíbrio jogo/chat e entrada de áudio/microfone de 3,5 mm&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Preço e disponibilidade&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Versão&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Preço&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Mercado&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Disponibilidade&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;PlayStation Pulse e Pulse Edge&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;US$ 329&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;PlayStation Pulse e Pulse Edge&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;US$ 149&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Boom destacável esconde microfone reserva&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Mais ímãs reforçam o campo magnético que move o diafragma, o que aprofunda os graves e evita distorção em volumes altos. Na prática, explosões e efeitos de jogos ganham corpo sem embolar o som.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O microfone muda de formato entre os dois modelos, mas mantém a mesma tecnologia de rejeição de ruído por inteligência artificial, que filtra o teclado ou o ventilador do quarto durante a partida. No Pulse Edge, o microfone vem em um braço destacável: você remove a haste quando não precisa falar, e outro, oculto, assume a função, sem perder a chamada do jogo. A compatibilidade também separa os dois fones do resto do mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ambos rodam em PS5, PlayStation Portal, PC e Mac, e ainda mantêm uma conexão Bluetooth simultânea para ouvir música do celular enquanto joga. Essa camada extra de conectividade evita trocar de fone para atender uma ligação ou escutar um podcast fora da partida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A linha Pulse nasce em 2024 com o Pulse Elite, primeiro headset da Sony a usar drivers magnéticos planares. A empresa integrou tecnologia da Audeze, incluindo o PlayStation Link, protocolo que conecta os fones ao PS5. Pulse e Pulse Edge mantêm essa base, mas dividem o público.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Engadget cita o modelo como referência de preço para fones com tecnologia parecida à dos novos Pulse.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Pulse chega antes, Pulse Edge depois&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A divisão da linha Pulse cria uma escolha para quem joga no PS5: começar simples ou esperar o modelo competitivo. Times e streamers que dependem de pistas sonoras precisas miram o headset com cancelamento de ruído, enquanto o público casual pode ficar com a opção de entrada. Essa separação também sinaliza que a Sony testa dois preços dentro da mesma base tecnológica antes de fechar o valor final de cada headset.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A marca ainda não define datas exatas nem valores para nenhum dos dois modelos. Essa diferença dá à Sony espaço para medir a resposta do público ao modelo de entrada antes de soltar a versão com ANC.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Sony não confirma preço nem data exata&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Data exata de lançamento (dia/mês) e disponibilidade no Brasil não foram confirmadas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Autonomia de bateria dos dois modelos não foi informada.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-sony-apresenta-headsets-pulse-e-pulse-edge-para-ps5&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-16-sony-apresenta-headsets-pulse-e-pulse-edge-para-ps5.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category><category>Mais comentados</category></item><item><title>TypeSafe lança Jev, modelo que troca texto livre por saída tipada</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-typesafe-lanca-jev-modelo-que-troca-texto-livre-por-saida-tipada</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-typesafe-lanca-jev-modelo-que-troca-texto-livre-por-saida-tipada</guid><description>Diogo Almeida, ex-pesquisador da OpenAI, batiza o modelo em referência ao economista William Stanley Jevons e ao paradoxo que leva seu nome.</description><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 15:13:15 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;A TypeSafe abre acesso antecipado ao Jev, primeiro modelo da nova categoria System One Models, a partir de 15 de setembro. O modelo cobra &lt;strong&gt;US$ 0,042&lt;/strong&gt; por milhão de tokens de entrada, com tokens de saída gratuitos, segundo a empresa. Jev troca a geração de texto livre por respostas estruturadas e tipadas, que a TypeSafe diz não poderem alucinar por seguirem sempre o mesmo esquema.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diogo Almeida, fundador da TypeSafe e ex-pesquisador da OpenAI, assina o anúncio &quot;Introducing System One Models &amp;#x26; Jev&quot;. Ele ajudou a desenvolver métodos que embasam o ChatGPT antes de sair da empresa para fundar a TypeSafe: a tese é que os LLMs tradicionais dominam a conversação, mas não entregam automação real para software. A startup passa dois anos em modo stealth, sem revelar no que trabalha, até o lançamento desta semana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse período, a equipe treina o Jev com um método próprio, batizado de Reinforcement Learning for Calibrated Decisions (RLCD) — diferente do RLHF e do RLVR usados para ajustar modelos de linguagem tradicionais. O resultado aparece na velocidade, segundo a TypeSafe: Jev responde de 70 a 500 milissegundos, ponta a ponta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Modelos de fronteira concorrentes, usados como referência nos próprios testes da empresa, levam de 3 a 329 segundos para tarefas equivalentes. A diferença vem da arquitetura: em vez de gerar texto solto, o Jev calcula decisões estruturadas, sem gerar frases completas.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Tempo de resposta&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;70ms a 500ms&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Status de disponibilidade&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;early access (acesso antecipado)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Hospedagem dos testes de velocidade&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;laptops na Costa Oeste dos EUA&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Preço e disponibilidade&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Versão&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Preço&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Mercado&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Disponibilidade&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Jev - tokens de entrada&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;US$ 0,042 por milhão de tokens&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Estados Unidos&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;early access&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Latência cai de segundos para milissegundos&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Sistemas que precisam de resposta em tempo real — como assistente de voz ou verificação de formulário enquanto o usuário digita — entram num orçamento de latência que antes só um modelo pequeno e especializado sustentava.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A queda de segundos para milissegundos vem do jeito como o Jev fecha a resposta. Ele preenche campos de um esquema já definido, um a um, e para assim que o último campo recebe valor — não formula frase inteira, revisa nem reescreve o que já escreveu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse corte no trabalho de geração reduz o número de passos de cálculo em cada resposta. Para quem integra o modelo em um produto, o ganho aparece na fila de atendimento: menos tempo de espera por chamada permite mais chamadas por segundo no mesmo servidor. A TypeSafe não detalha o hardware usado nos testes de velocidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A diferença chega a quase mil vezes no pior caso. Para um chatbot ou um copiloto de código, isso muda a sensação de uso: a resposta aparece antes que o usuário perceba a pausa. A empresa não divulga quais modelos rivais entraram nesse comparativo.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Dois anos em stealth antes do Jev&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Almeida passa dois anos em stealth — período em que a TypeSafe desenvolve o Jev sem revelar detalhes ao público — até abrir o acesso antecipado. A tese que guia o projeto parte de uma crítica aos modelos de chat tradicionais: eles conversam bem, mas não automatizam tarefas reais de software. O System One Models nasce como resposta a essa lacuna.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A categoria não pretende substituir LLMs (modelos de linguagem de grande porte) como o GPT-5.6 ou o GPT-6, mas rodar ao lado deles em tarefas que pedem decisões estruturadas e rápidas. A própria TypeSafe usa esses dois modelos da OpenAI como referência de comparação nos testes que embasam o lançamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até o momento, o anúncio circula apenas pelos canais da TypeSafe. Não há cobertura independente do lançamento nem reação pública de concorrentes ou analistas de mercado sobre a nova categoria de modelo.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;RLCD troca fluência por acerto de schema&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O Jev muda o alvo do treinamento. O RLHF e o RLVR ensinam um modelo a soar natural numa conversa. A TypeSafe usa outro método, o RLCD (Reinforcement Learning for Calibrated Decisions, aprendizado por reforço para decisões calibradas), que recompensa o modelo por acertar o formato certo de saída, não por escrever bem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa troca elimina a geração de texto livre. O Jev não gera frases soltas: ele preenche um esquema fixo de dados. Essa restrição rígida, segundo a TypeSafe, impede a alucinação — o erro de inventar fatos que os LLMs de conversa ainda cometem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na prática, o modelo mira tarefas de decisão automatizada, como classificar, validar ou rotear informação, e não escrever textos longos. É um uso mais estreito que o de um chatbot, mas encaixado num tipo de tarefa que hoje depende de regras fixas escritas à mão. O acesso antecipado ao Jev segue aberto enquanto a TypeSafe mede a resposta dos primeiros desenvolvedores.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;TypeSafe não confirma preço no Brasil&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Preço e disponibilidade do Jev no Brasil não são mencionados em nenhuma fonte apurada.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Data de disponibilidade geral (GA) após o early access não foi confirmada.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Não há benchmarks públicos independentes que confirmem os números de velocidade e custo divulgados pela TypeSafe.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-typesafe-lanca-jev-modelo-que-troca-texto-livre-por-saida-tipada&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-16-typesafe-lanca-jev-modelo-que-troca-texto-livre-por-saida-tipada.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Software</category><category>Design</category><category>Mais comentados</category></item><item><title>MediaTek lança o Dimensity 9600 Pro, primeiro chip em 2 nm</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-mediatek-lanca-o-dimensity-9600-pro-primeiro-chip-em-2-nm</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-mediatek-lanca-o-dimensity-9600-pro-primeiro-chip-em-2-nm</guid><description>A GPU Mali-G2 Ultra NX do chip sustenta jogos a até 185 quadros por segundo.</description><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 14:50:49 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;A MediaTek anuncia o Dimensity 9600 Pro, seu primeiro chip em processo de 2 nanômetros, nesta terça-feira, 15 de setembro de 2026. O chip nasce de parceria com a TSMC e reúne mais de 33 bilhões de transistores. O Oppo Find X10 Pro Max deve usar o novo processador.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O novo chip organiza a CPU em configuração 2+3+3: dois núcleos Arm C2-Ultra e seis núcleos Arm C2-Pro, divididos em dois grupos de três. A &lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-mediatek-estreia-processo-de-2nm-da-tsmc-com-o-dimensity-9600-pro&quot;&gt;MediaTek&lt;/a&gt; não revela as frequências de clock no anúncio oficial. Na GPU, a empresa aposta na Arm Mali-G2 Ultra NX, o núcleo gráfico dedicado a jogos, capaz de rodar títulos a até 185 fps sem travar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O salto vem com 27% a mais de desempenho de pico e 24% a menos de consumo de energia, na comparação com o Dimensity 9500. O Dimensity 9600 Pro também estreia suporte a memória LPDDR6 e armazenamento UFS 5.0, padrão que acelera a leitura e a gravação de dados. Nenhum outro chip do mercado roda com essa combinação até agora, segundo a MediaTek.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na CPU, a promessa é de 17% a mais de desempenho single-core, quando o processador usa um núcleo só, e 15% a mais em multi-core, quando várias tarefas rodam ao mesmo tempo. Os dois ganhos partem da mesma base de comparação: a geração anterior do chip.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Processo de fabricação&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;2 nm (TSMC)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;CPU&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;2+3+3: 2 núcleos Arm C2-Ultra a 4,55 GHz, 3 núcleos Arm C2-Pro a 4,35 GHz e 3 núcleos Arm C2-Pro a 3,1 GHz&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;GPU&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Arm Mali-G2 Ultra NX, suporte nativo a jogos a até 185 fps&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Armazenamento&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;UFS 5.0&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Preço e disponibilidade&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Versão&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Preço&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Mercado&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Disponibilidade&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Todas as versões&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;não informado&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;não informado&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;GPU Mali-G2 Ultra NX ganha fôlego para jogos&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O processo de fabricação em 2 nanômetros permite à TSMC posicionar transistores menores e mais próximos entre si, o que reduz o consumo de energia do chip. Essa densidade maior também permite à MediaTek elevar a frequência dos núcleos sem aumentar a temperatura de operação. Os dois núcleos Arm C2-Ultra rodam a 4,55 GHz, e os seis núcleos Arm C2-Pro variam entre 4,35 GHz e 3,1 GHz, conforme a carga de trabalho do aparelho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A MediaTek promete ganho de 17% no desempenho de um núcleo isolado e 15% quando todos os núcleos trabalham juntos, sempre na comparação com o Dimensity 9500. Mas o GSMArena afirma que a fabricante não confirmou essas frequências no anúncio oficial: descreveu a configuração só pelo número de núcleos, sem valores de clock.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na GPU, a Arm Mali-G2 Ultra NX sustenta jogos a até 185 quadros por segundo. O salto de 27% no desempenho de pico chega com queda de 24% no consumo de energia, também na comparação com o chip anterior — resultado da nova litografia (processo de fabricação mais avançado) e do redesenho dos núcleos gráficos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Dimensity 9600 Pro substitui o Dimensity 9500, fabricado em processo de 3 nanômetros e lançado em &lt;strong&gt;setembro de 2025&lt;/strong&gt;. O chip anterior equipa aparelhos como o Vivo X300 e o Oppo Find X9 Pro. Com o salto para 2 nanômetros, a MediaTek se adianta à Qualcomm, que ainda não revelou seu próximo processador e só deve apresentá-lo no Snapdragon Summit, marcado para 22 de setembro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A disputa direta agora passa pelo Exynos 2600, da Samsung, que também adota essa técnica de fabricação mais avançada. A Apple já roda 2 nanômetros no A20 Pro, do iPhone 18 Pro — sinal de que o mercado de chips para topo de linha migra em bloco para esse padrão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O salto de processo eleva o desempenho por watt dos próximos aparelhos com o Dimensity 9600 Pro. Fabricantes ganham margem para reduzir a bateria ou aumentar a folga térmica sem perder velocidade. O Oppo Find X10 Pro Max é o primeiro aparelho a testar o chip fora do laboratório.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Oppo deve anunciar o smartphone na semana seguinte ao lançamento do Dimensity 9600 Pro. O lançamento mostra se os números da MediaTek se confirmam em uso real.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O salto chega sem exigir mais bateria, porque o novo processo distribui melhor o calor entre os núcleos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Chip não revela preço nem chegada ao Brasil&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Data de disponibilidade no Brasil não consta em nenhuma fonte.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Data exata de lançamento comercial dos primeiros smartphones não foi confirmada.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-mediatek-lanca-o-dimensity-9600-pro-primeiro-chip-em-2-nm&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-16-mediatek-lanca-o-dimensity-9600-pro-primeiro-chip-em-2-nm.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category></item><item><title>Fujifilm lança câmera instax Pal 2 e impressora instax Link WIDE 2</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-fujifilm-lanca-camera-instax-pal-2-e-impressora-instax-link-wide-2</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-fujifilm-lanca-camera-instax-pal-2-e-impressora-instax-link-wide-2</guid><description>O Link WIDE 2 imprime até 100 fotos por carga, com tecnologia de imagem OLED a 318 dpi (pontos por polegada), em filme instax WIDE.</description><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 13:59:37 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;A Fujifilm apresenta em Tóquio a câmera instax Pal 2 e a impressora instax Link WIDE 2, novas peças da linha voltada a fotos físicas. O anúncio, feito em &lt;strong&gt;15 de setembro de 2026&lt;/strong&gt;, marca a chegada dos dois aparelhos ao Japão em &lt;strong&gt;9 de outubro&lt;/strong&gt;, com preço &quot;Open&quot; ainda não divulgado pela fabricante. No Reino Unido e em Portugal, o Pal 2 chega ao fim de setembro por &lt;strong&gt;€ 169,99&lt;/strong&gt;, enquanto o Link WIDE 2 ainda não tem data nem preço confirmados nesses mercados.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FUJIFILM Corporation comanda o anúncio simultâneo dos dois aparelhos, feito na sede em Tóquio. O instax Pal 2 é uma câmera digital de bolso que não imprime fotos direto: ela guarda os cliques até serem enviados a um smartphone ou a outra impressora da linha instax, como a Link, a mini LiPlay ou a mini Evo. Já o instax Link WIDE 2 cumpre o papel oposto, recebendo imagens do celular via Bluetooth e transformando-as em cópias físicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Japão, o Pal 2 sai nas cores Duo Beige e Duo Blue, as mesmas do Link WIDE 2, o que reforça a ideia de um kit combinado. No Reino Unido e em Portugal, a câmera muda de paleta e aparece só em Preto ou Branco, sem a opção bicolor japonesa. A &lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-17-fujifilm-troca-micro-usb-por-usb-c-na-instax-link-wide-2&quot;&gt;Fujifilm&lt;/a&gt; Europe GmbH e a Fujifilm Portugal replicam o anúncio britânico e português no mesmo dia da apresentação em Tóquio, mas cada mercado segue seu próprio calendário. O Link WIDE 2 ainda não aparece nas lojas europeias com data marcada, diferença que separa o ritmo de chegada da impressora em relação ao da câmera.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Pal 2 leva um sensor CMOS de 1/3.06 polegada com lente f/2.2 de 28 milímetros, abertura ampla que capta mais luz em ambientes fechados. Na prática, o modo de 10 megapixels mantém a qualidade máxima, enquanto o modo reduzido ocupa menos espaço no cartão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso resolve um limite comum em câmeras compactas: o usuário não depende só da memória interna e pode trocar de cartão conforme a necessidade. O visor integrado é uma tela LCD de 1,3 polegada com 170.000 pontos, no topo do corpo compacto da câmera. A resolução basta para conferir foco e enquadramento antes de imprimir, mas não substitui um visor de câmera tradicional para ajustes finos de exposição.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A conexão sem fio evolui para o Bluetooth 5.3, padrão mais recente que reduz o gasto de energia ao enviar fotos para o smartphone. O ganho aparece na prática: menos bateria consumida a cada transferência, mais fotos por carga.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Sensor (Pal 2)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;CMOS de 1/3.06 polegada, lente f/2.2 de 28mm&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Resolução (Pal 2)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;3.776×2.832 pixels (10MP) ou 1.280×960 pixels (1MP)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Tela (Pal 2)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;LCD de 1,3 polegada com 170.000 pontos&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Portas (Pal 2)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;USB Tipo-C integrado&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Armazenamento (Pal 2)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Cartão microSD de até 2TB (não incluído)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Dimensões (Pal 2)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;37,0 × 42,0 × 92,3 mm&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Peso (Pal 2)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;87 g&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Bateria (Pal 2)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Autonomia de até três horas&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Dimensões (Link WIDE 2)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;139,9 × 128,3 × 36,0 mm&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Peso (Link WIDE 2)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;357 g&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Impressão (Link WIDE 2)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Filme instax WIDE (108×86 mm), OLED a 318 dpi, até 100 fotos por carga&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Preço e disponibilidade&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Versão&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Preço&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Mercado&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Disponibilidade&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;instax Pal 2&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;€169,99&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Reino Unido&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;final de setembro de 2026&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;instax Pal 2&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;169,99€&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Portugal&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;final de setembro de 2026&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;O Pal original abriu mão da impressão&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A linha instax Pal nasce em outubro de 2023 com uma escolha de design que define o Pal 2: abrir mão da impressão para ganhar tamanho de bolso. Aquele primeiro modelo se torna o único da série instax dedicado só a capturar fotos, sem nenhum mecanismo de revelação embutido. Essa renúncia permite um corpo compacto, do tamanho de uma palma da mão, e favorece ângulos criativos e flexíveis no registro do dia a dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Pal 2 segue a mesma lógica dos modelos mais recentes. Ele não imprime sozinho: depende da conexão com o smartphone e, dali, com impressoras e câmeras híbridas da própria Fujifilm, como a linha Link, a mini LiPlay e a mini Evo. É esse ecossistema que transforma o arquivo digital capturado pelo Pal 2 em uma foto física.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse papel agora passa também pelo Link WIDE 2, a nova impressora anunciada junto com a câmera.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Feedback dos usuários molda o novo visual&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Karina Thomsen, diretora de marketing da Fujifilm Europe para imagem de consumo, explica a origem das mudanças. “Ao desenhar o Pal 2, reunimos um extenso retorno dos usuários sobre o Pal original” (em tradução livre), diz ela. Thomsen liga esse retorno ao resultado visual do aparelho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“O novo visual remete a uma câmera analógica clássica, com visor óptico. Ele também permite enviar ou postar imagens digitalmente, ou imprimi-las nas impressoras instax para smartphone ou em qualquer câmera híbrida Evo da marca. O Pal 2 reúne essas opções em um único aparelho” (em tradução livre), afirma a executiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A fala resume a proposta do aparelho: unir o formato compacto herdado do Pal original a um controle maior sobre o destino de cada foto, seja impressa, seja digital.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Photo Mixer tira o recorte do celular&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A separação entre captura e impressão muda o fluxo de quem usa instax no dia a dia. O Pal 2 grava e guarda os cliques no cartão microSD antes de enviar tudo por Bluetooth ao smartphone. Assim, fotografar deixa de depender de conexão constante com o aplicativo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Do outro lado, o Link WIDE 2 ganha processamento próprio para rodar o Photo Mixer. A função analisa as imagens, recorta pessoas e objetos automaticamente e monta colagens estilo scrapbook (álbum de recortes) antes de imprimir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse trabalho, que antes cabia só ao aplicativo no celular, passa a rodar dentro da própria impressora. Na prática, a dupla tira parte do processamento das mãos do smartphone e distribui entre câmera e impressora. Isso reduz a dependência do aparelho para editar e organizar fotos físicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pal 2 e Link WIDE 2 chegam às lojas do Japão com essa divisão de tarefas já em funcionamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-fujifilm-lanca-camera-instax-pal-2-e-impressora-instax-link-wide-2&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-16-fujifilm-lanca-camera-instax-pal-2-e-impressora-instax-link-wide-2.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category><category>Software</category></item><item><title>HORI abre pré-venda de ocarina elétrica para o remake de Ocarina of Time</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-hori-abre-pre-venda-de-ocarina-eletrica-para-o-remake-de-ocarina-of-time</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-hori-abre-pre-venda-de-ocarina-eletrica-para-o-remake-de-ocarina-of-time</guid><description>O acessório usa o microfone de reconhecimento sonoro do Switch 2 para captar as notas tocadas e substituir os comandos por botão do jogo original de N64.</description><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 13:47:01 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;A HORI abre pré-venda da Electric Ocarina of Time, acessório licenciado para o remake de Ocarina of Time no Nintendo Switch 2. O instrumento custa &lt;strong&gt;US$ 49,99&lt;/strong&gt; nos Estados Unidos e chega às lojas junto com o jogo, em &lt;strong&gt;5 de novembro de 2026&lt;/strong&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O acessório nasce do Zelda 40th Anniversary Direct, evento que a Nintendo promoveu em 8 de setembro de 2026 para marcar os 40 anos da franquia. Na apresentação, a HORI detalha como a ocarina eletrônica funciona.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O dispositivo usa o microfone de reconhecimento de som do Switch 2. Cada melodia tocada no instrumento dispara a ação correspondente na tela, e o recurso substitui as combinações de botões que o jogo original de N64 exigia para tocar a ocarina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O acessório roda em dois modos. No Free Play, o jogador toca as notas livremente, como em um instrumento real. No Auto-Play, um botão basta para o dispositivo executar sozinho qualquer uma das 12 músicas do repertório do jogo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A HORI completa o pacote com ajuste de volume, entrada para fone de ouvido e alto-falante externo embutido. A marca vende o mesmo modelo no Japão por &lt;strong&gt;7.980 ienes&lt;/strong&gt; (≈ US$ 51,48), com chegada às lojas no mesmo dia da versão americana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Europa, a peça recebe o código NSX-261 e deve chegar em &lt;strong&gt;27 de novembro&lt;/strong&gt;, mas a Hori Europe ainda não abriu pré-vendas na região. A Nintendo revelou ainda uma segunda ocarina, essa acústica e sem circuitos eletrônicos, sem preço nem data de lançamento.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Modos&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Free Play e Auto-Play&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Repertório&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;12 músicas do jogo&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Código do modelo&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;NSX-261&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Ocarina acústica chega sem data definida&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;No Japão, a Electric Ocarina of Time sai por &lt;strong&gt;7.980 ienes&lt;/strong&gt; (≈ US$ 51,48), com chegada às lojas também em &lt;strong&gt;5 de novembro&lt;/strong&gt; — mesma data do remake em todo o mundo. O valor japonês confirma que a HORI mantém o lançamento simultâneo nos dois mercados, sem atraso regional. O funcionamento depende do microfone de reconhecimento de som do Switch 2, que identifica a melodia tocada no instrumento e a converte em comando dentro do jogo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso muda a exigência de quem joga: a nota errada ou o ritmo fora do tom pode fazer a ação falhar, porque o console avalia o som em si, não um botão pressionado. Além do acessório eletrônico, a Nintendo confirmou no mesmo evento uma segunda ocarina, dessa vez um instrumento acústico de verdade, sem microfone nem conexão com o console. Fica em aberto se ela chega junto com o remake em novembro ou depois, e se terá distribuição fora do Japão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ocarina of Time estreia em 1998 no Nintendo 64 e ganha remake em 3D para o Nintendo 3DS em 2011. A versão original ainda roda no Nintendo Switch Online, sem cobrança extra além da assinatura do serviço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O novo remake refaz os gráficos do zero, adiciona dublagem completa e testa o microfone do Switch 2 para reconhecer as notas tocadas na ocarina real. Esse recurso vira a base do acessório da HORI.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O relançamento entra num pacote maior de comemorações da franquia Zelda, que inclui um console temático, um controle Pro exclusivo e amiibo novos. A Nintendo também prepara um filme live-action da série, previsto para 2027.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Europa espera três semanas a mais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O reconhecimento de som muda a forma de jogar: quem toca a ocarina física ouve a nota sair do jogo em tempo real, sem decorar a sequência de botões do N64. Isso exige que o jogador mantenha o microfone do Switch 2 ativo e calibrado — um passo extra que o acessório original nunca pediu. A dependência do hardware também limita o alcance: o acessório só funciona com o console novo, não com modelos anteriores da linha Switch.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fora dos Estados Unidos e do Japão, a espera é maior. Na Europa, a Hori Europe ainda não abriu pré-venda do mesmo acessório, mas já confirma a chegada às lojas em &lt;strong&gt;27 de novembro&lt;/strong&gt; — três semanas depois da estreia do jogo nos demais mercados.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Preço da ocarina no Brasil não confirmado&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Preço do acessório HORI na Europa e em outros mercados fora de EUA e Japão não confirmado&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-hori-abre-pre-venda-de-ocarina-eletrica-para-o-remake-de-ocarina-of-time&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-16-hori-abre-pre-venda-de-ocarina-eletrica-para-o-remake-de-ocarina-of-time.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category><category>Games</category></item><item><title>MediaTek estreia processo de 2nm da TSMC com o Dimensity 9600 Pro</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-mediatek-estreia-processo-de-2nm-da-tsmc-com-o-dimensity-9600-pro</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-mediatek-estreia-processo-de-2nm-da-tsmc-com-o-dimensity-9600-pro</guid><description>O Dimensity 9600 Pro é o primeiro chip mobile a suportar memória LPDDR6 e armazenamento UFS 5.0.</description><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 13:31:38 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;*A MediaTek anuncia oficialmente o Dimensity 9600 Pro em 15 de setembro, em Hsinchu, Taiwan. O chip estreia o processo de 2nm da TSMC, técnica de fabricação que reduz o tamanho dos transistores e melhora a eficiência energética. Ao todo, soma mais de 33 bilhões de transistores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O 9600 Pro chega para disputar o mercado premium com o Exynos 2600, da Samsung. A Qualcomm ainda não tem processador mobile em 2nm, segundo a Android Police.*&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O novo processador organiza a CPU em três níveis, no design chamado All Big Core 2+3+3. Dois núcleos Arm C2-Ultra a 4,55GHz cuidam das tarefas mais pesadas; três C2-Pro rodam a 4,35GHz e outros três ficam a 3,1GHz, todos com cache compartilhado de 34,5MB.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A NPU 1090, unidade dedicada à inteligência artificial, ganha 51% mais desempenho no prefill (processamento inicial do texto de entrada) de modelos de linguagem e roda, direto no aparelho, esses modelos com até 30 bilhões de parâmetros. Na GPU G2-Ultra NX, o Dimensity 9600 Pro chega a 185fps em jogos, com 27% mais desempenho de pico. O ganho em ray-tracing, técnica que simula a trajetória da luz, chega a 18% frente à geração anterior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O chip também estreia suporte a memória LPDDR6 e armazenamento UFS 5.0, tornando-se o primeiro processador mobile compatível com os dois padrões. Ao lado do 9600 Pro, a &lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-mediatek-lanca-o-dimensity-9600-pro-primeiro-chip-em-2-nm&quot;&gt;MediaTek&lt;/a&gt; apresenta o Dimensity 9600M, versão intermediária que troca os núcleos C2 por C1 e abre mão do UFS 5.0. Segundo a fabricante, os primeiros smartphones com os dois chips chegam ainda neste trimestre, com a Oppo confirmada como uma das primeiras marcas a adotar o 9600 Pro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O salto de desempenho aparece nos números do Geekbench 6.4, testes que medem a velocidade do processador em tarefas de um núcleo e de vários ao mesmo tempo. O Dimensity 9600 Pro marca 4.276 pontos no single-core e 12.650 no multi-core, contra 3.666 e 11.014 do Dimensity 9500. Na prática, apps abrem e o sistema mantém várias tarefas abertas sem travar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A MediaTek também lança o Dimensity 9600M, que troca os núcleos Arm C2 por C1 e deixa de fora o suporte a UFS 5.0. O corte de recursos separa o público que quer o topo de linha do que aceita um chip intermediário com preço menor. A Oppo já confirma que vai usar o Dimensity 9600 Pro em pelo menos um modelo, mas a MediaTek não diz quais outras marcas entram na lista nem quando os celulares aparecem no Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Cache&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;34,5MB total&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;NPU&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;NPU 1090, 51% mais performance de prefill de LLM, suporta modelos on-device de até 30 bilhões de parâmetros&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;GPU&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;G2-Ultra NX, até 185fps, 27% mais performance de pico e 18% de ganho em ray-tracing sobre a geração anterior&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Preço e disponibilidade&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Versão&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Preço&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Mercado&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Disponibilidade&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Todas as versões&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;não informado&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;não informado&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Vivo e Oppo estrearam a geração anterior&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O Dimensity 9600 Pro sucede o Dimensity 9500, chip fabricado em 3nm e lançado pela MediaTek em &lt;strong&gt;setembro de 2025&lt;/strong&gt;. A Vivo levou esse processador para o X300 e a Oppo, para o Find X9 Pro — os dois aparelhos que abriram a geração anterior das marcas no mercado premium. A disputa também passa pela Samsung, que desenvolve chips próprios para a linha topo de gama, mas o setor mudou de eixo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Chips flagship não competem só em desempenho bruto. IA on-device, modelos de inteligência artificial que rodam direto no aparelho sem depender da nuvem, e jogos em alta taxa de quadros se tornam os diferenciais que os fabricantes destacam a cada lançamento. É nesse cenário que a MediaTek se apresenta como pioneira ao avançar para uma nova técnica de fabricação antes dos concorrentes.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;MediaTek aposta em IA nativa no chip&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;JC Hsu, vice-presidente sênior corporativo da MediaTek e diretor-geral da unidade de comunicações sem fio, resume a aposta da empresa no Dimensity 9600 Pro. “A IA é central na experiência do smartphone, e os aparelhos precisam de mais desempenho, eficiência e inteligência para acompanhar as demandas dos usuários, que evoluem rápido”, diz o executivo, em tradução livre. Hsu liga o discurso direto ao projeto do chip.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“O Dimensity 9600 Pro atende essas demandas com uma arquitetura de IA nativa e melhora desempenho e eficiência energética ao mesmo tempo para entregar experiências de IA agêntica”, afirma Hsu, em tradução livre. A expressão “IA agêntica” descreve sistemas que executam tarefas sozinhos, sem comando a cada passo. A MediaTek ainda não detalha quais aplicativos vão usar esse recurso nos aparelhos com o novo processador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A MediaTek amplia o alcance do novo processo de fabricação com o Dimensity 9600M, que troca os núcleos Arm C2 por C1 e abre mão do suporte a UFS 5.0. Essa variante leva parte dos ganhos de eficiência do 2nm para aparelhos abaixo da linha premium, sem o mesmo teto de desempenho do modelo Pro. A separação entre as duas versões mostra como a fabricante pretende espalhar a nova tecnologia por diferentes faixas do mercado, antes mesmo de rivais fecharem seus próprios chips em 2nm.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;MediaTek não confirma preço nem chegada ao Brasil&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Disponibilidade e data de lançamento no Brasil não informadas&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Nome exato e data do primeiro smartphone com o chip não confirmados&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-16-mediatek-estreia-processo-de-2nm-da-tsmc-com-o-dimensity-9600-pro&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-16-mediatek-estreia-processo-de-2nm-da-tsmc-com-o-dimensity-9600-pro.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category><category>Software</category></item><item><title>Vinich&apos;s lança carteira MagSafe dobrável em mais de 15 cores</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-15-vinich-s-lanca-carteira-magsafe-dobravel-em-mais-de-15-cores</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-15-vinich-s-lanca-carteira-magsafe-dobravel-em-mais-de-15-cores</guid><description>O teste faz parte de uma série sobre acessórios MagSafe com corte tradicional, diferente do acabamento minimalista que a Apple usa nos próprios modelos.</description><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 23:16:27 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;A Vinich&apos;s lança a MagSafe Wallet, carteira dobrável de couro que se prende à parte traseira de capas de iPhone, em mais de 15 cores. O design segue o formato clássico de carteira, pensado para parecer uma extensão da capa de couro do iPhone, e não um acessório destacado.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O teste da Vinich&apos;s MagSafe entra numa série de análises que compara carteiras magnéticas de aparência mais tradicional, distante do acabamento minimalista que a Apple usa nos próprios acessórios. A proposta da marca é reforçar o encaixe imantado sem abrir mão do aspecto de peça única de couro, como se a carteira nascesse junto com a capa do iPhone. O lançamento chega num momento em que a Apple movimenta o catálogo de iPhones no Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Anatel homologou o iPhone 18 Pro e o iPhone Duo, primeiro modelo dobrável da marca, com certificados emitidos em 10 de setembro. A Vinich&apos;s ainda não informa preço nem data de chegada da MagSafe Wallet ao Brasil. A marca também não detalha se pretende lançar uma versão pensada para o formato dobrável do iPhone Duo, cujo painel traseiro reduzido já levanta dúvidas entre usuários sobre a compatibilidade com carteiras magnéticas tradicionais.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Design&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;carteira dobrável de estilo tradicional&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Compatibilidade&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;encaixa sobre a parte traseira de uma capa de couro do iPhone&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Formato dobrável imita a capa de couro&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O design dobrável da Vinich&apos;s MagSafe segue o corte clássico de carteira, com abas que fecham sobre os cartões. O formato foge do retângulo fino comum nesse tipo de acessório.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na prática, isso muda a forma como a peça se comporta na mão: ela abre e fecha como uma carteira de bolso normal. Não é uma placa colada na parte traseira do aparelho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ideia é fazer a carteira parecer parte da capa de couro do iPhone, não um item avulso preso por cima. Quem já usa uma capa de couro ganha uma peça que segue a linha do material e do acabamento, sem quebrar a estética com um bloco plástico destacado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A compatibilidade também tem um limite físico. Um usuário relatou em fórum que carteiras MagSafe oficiais não encaixam direito na parte traseira do iPhone Duo, porque o espaço livre ali tem, aproximadamente, o tamanho de um cartão de crédito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso reduz a margem para acessórios maiores ou com bordas salientes, e explica por que o teste da Vinich&apos;s entra numa comparação com modelos de corte mais tradicional.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Carteiras MagSafe tradicionais não cabem no Duo&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O mercado de capas magnéticas vem recebendo carteiras de terceiros que fogem do desenho enxuto da Apple, aposta que a Vinich&apos;s segue de perto. Enquanto o acessório oficial se resume a uma placa fina com bolsos para cartão, rivais como a Vinich&apos;s preferem o corte tradicional, com abas que fecham sobre o conteúdo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa disputa por estilo ganha um capítulo novo com a chegada do iPhone Duo, primeiro iPhone dobrável da Apple, lançado ao lado dos modelos 18 Pro e Pro Max. O formato inédito reorganiza a parte traseira do aparelho e deixa pouco espaço reservado ao ímã do MagSafe.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Usuários já relatam em fóruns que as carteiras magnéticas da própria Apple não encaixam no Duo. A área livre, segundo esses relatos, tem tamanho próximo ao de um cartão de crédito, o que exige um desenho mais compacto para caber sem sobrar borda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Espaço magnético cai ao tamanho de um cartão&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O iPhone Duo muda a régua para carteiras magnéticas como a Vinich&apos;s MagSafe. O corpo dobrável da Apple corta a área traseira disponível para o ímã ao tamanho aproximado de um cartão de crédito, espaço menor do que qualquer capa de couro plana oferece hoje. Um usuário relata em fórum que as carteiras MagSafe oficiais da própria Apple não encaixam nessa nova superfície.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se o acessório da fabricante trava, marcas terceiras como a Vinich&apos;s também precisam repensar o corte da peça para não sobrar fora do ímã ou destoar da capa. A pré-venda do iPhone Duo no Brasil começa em &lt;strong&gt;16 de setembro&lt;/strong&gt;, com preços de &lt;strong&gt;R$ 21.999&lt;/strong&gt; a &lt;strong&gt;R$ 30.999&lt;/strong&gt;. As entregas do primeiro dobrável da Apple chegam em &lt;strong&gt;23 de setembro&lt;/strong&gt;, data que deve mostrar se carteiras como a Vinich&apos;s realmente se encaixam no novo formato.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Preço e compatibilidade com iPhone Duo não confirmados&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Data de lançamento ou disponibilidade da carteira não confirmada.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Compatibilidade da carteira com o iPhone Duo não confirmada, apenas relatos genéricos sobre MagSafe nesse aparelho.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-15-vinich-s-lanca-carteira-magsafe-dobravel-em-mais-de-15-cores&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-15-vinich-s-lanca-carteira-magsafe-dobravel-em-mais-de-15-cores.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category><category>Design</category></item><item><title>Suyu lança v0.0.4 com recompilador estático e encerra desenvolvimento</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-15-suyu-lanca-v0-0-4-com-recompilador-estatico-e-encerra-desenvolvimento</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-15-suyu-lanca-v0-0-4-com-recompilador-estatico-e-encerra-desenvolvimento</guid><description>O recompilador estático do Suyu reduziu o tempo de renderização por fotograma de 2,905 ms para 1,80 ms nos testes internos dos desenvolvedores.</description><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 23:12:52 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;O emulador de Nintendo Switch Suyu lançou a versão final, v0.0.4, com um recompilador estático (Recompiler mode) que converte código AArch64 dos jogos direto para executáveis x86-64 nativos. Coberta pela TechPowerUp em &lt;strong&gt;14 de setembro de 2026&lt;/strong&gt;, a atualização chega para Windows, Linux e Android, sem build para macOS ou iOS. Logo depois do lançamento, o repositório do projeto no GitHub foi arquivado e o desenvolvimento foi encerrado, embora o código continue disponível sob licença GPL-3.0.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O tempo de renderização por fotograma caiu de 2,905 milissegundos para 1,80 milissegundo nos testes internos divulgados pelos desenvolvedores do Suyu, resultado do novo Recompiler mode que estreia na v0.0.4. A função faz recompilação estática antecipada (Ahead-of-Time): pega o código AArch64 dos jogos do Switch e converte direto para executáveis nativos x86-64. Ela trabalha junto com o backend HLE do emulador, responsável por simular GPU, áudio e serviços de sistema sem reproduzir o hardware original ciclo a ciclo. O projeto disponibiliza uma ferramenta para identificar a arquitetura dos arquivos de jogo nos formatos XCI, NSP e NCA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos mesmos testes, o acesso à memória RAM ganhou entre 14% e 19% em determinados cenários, embora números finais de quadros por segundo não tenham sido revelados. A versão final roda em Windows, Linux e Android, sem compilação para macOS ou iOS. Logo após a publicação, batizada de v0.0.4 (a própria página do projeto também usa a grafia v0.04), o time confirmou o fim do desenvolvimento. O destino repete o de Yuzu e Ryujinx, encerrados sob pressão legal da Nintendo, que já havia removido do GitHub cerca de 400 outros emuladores do console.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O recompilador estático do Suyu funciona só com jogos de arquitetura ARM64, também chamada AArch64, o padrão de 64 bits usado pela maioria dos títulos do Switch. Jogos em ARM32 ficam de fora dessa conversão direta e continuam rodando pelo caminho tradicional de emulação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além do ganho no tempo por fotograma, o acesso à memória RAM também melhora: entre 14% e 19% em certos cenários, segundo os números internos divulgados pelos desenvolvedores. Na prática, isso significa menos gargalo na hora de o emulador buscar e gravar dados na memória, o que ajuda a manter a resposta do jogo mais estável durante picos de uso. Os valores finais de FPS, no entanto, não entraram no material divulgado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A versão v0.0.4 marca o fim do ciclo do Suyu como projeto ativo: logo depois de publicá-la, o repositório virou um arquivo público no GitHub, sem mais atualizações ou downloads previstos. O código, ainda assim, segue disponível sob a licença GPL-3.0, que permite acesso, estudo e reaproveitamento do projeto por qualquer pessoa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Suyu nasceu como sucessor direto do Yuzu, emulador de Nintendo Switch derrubado após ação judicial da Nintendo. A empresa japonesa tem histórico de defesa agressiva de suas propriedades intelectuais contra esse tipo de software. Segundo a descrição oficial do projeto no GitHub, o Suyu é baseado no código do Eden, que por sua vez descende do próprio Yuzu — uma cadeia de sucessão que se repete no ecossistema de emulação do console. O padrão já apareceu antes: o Ryujinx, outro emulador do Switch, também saiu do ar após pressão da fabricante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Centenas de projetos de emulação já saíram do GitHub nos últimos anos, derrubados por notificações ou ações judiciais. O Suyu entra para essa lista, mas com uma diferença: o desenvolvimento parou pouco depois de uma atualização que aumentou o desempenho do emulador, não em resposta a uma ação judicial direta contra o projeto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A queda de 2,905 milissegundos para 1,80 milissegundo por fotograma marca a troca de arquitetura mais relevante da história do Suyu, feita justamente na versão que fecha o projeto. Em vez de traduzir instruções ARM64 em tempo real a cada execução, como fazia o backend Dynarmic, o recompilador estático converte esse código para x86-64 antes do jogo rodar. Isso reduz o trabalho repetido do processador durante a sessão. O ganho de desempenho nativo importa porque mostra até onde a comunidade de emuladores consegue levar a tradução de código entre arquiteturas diferentes, mesmo sob risco jurídico constante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O aumento de 14% a 19% no acesso à memória RAM reforça que a mudança não ficou só no papel: ela altera como o hardware do PC processa jogos pensados para o chip ARM do Switch. Com o repositório arquivado logo em seguida, essa arquitetura vira um ponto de referência técnico congelado, disponível sob a licença GPL-3.0 (permite copiar, estudar e modificar o código livremente), pronta para qualquer desenvolvedor continuar o trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Status do repositório&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Arquivado (archived)&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Emuladores removidos pela Nintendo (ação anterior)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;cerca de 400&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Sem confirmação&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Preço não se aplica: Suyu é software livre/gratuito, sem custos informados.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Data exata (dia) de lançamento da v0.0.4 não é fornecida, só a data da cobertura (&lt;strong&gt;14/09/2026&lt;/strong&gt;).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Não há dados de downloads, uso ou disponibilidade por país, incluindo Brasil.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-15-suyu-lanca-v0-0-4-com-recompilador-estatico-e-encerra-desenvolvimento&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-15-suyu-lanca-v0-0-4-com-recompilador-estatico-e-encerra-desenvolvimento.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Games</category><category>Software</category></item><item><title>Siri AI estreia em beta só em inglês no iOS 27, iPadOS 27 e macOS 27</title><link>https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-15-siri-ai-estreia-em-beta-so-em-ingles-no-ios-27-ipados-27-e-macos-27</link><guid isPermaLink="true">https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-15-siri-ai-estreia-em-beta-so-em-ingles-no-ios-27-ipados-27-e-macos-27</guid><description>Suporte a português e mais quatro idiomas chega em outubro, mas o recurso fica de fora da União Europeia e da China no início.</description><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 21:09:22 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;em&gt;A Apple liberou nesta segunda-feira, 14 de setembro de 2026, o iOS 27, iPadOS 27, macOS 27, watchOS 27 e visionOS 27 com a Siri AI como recurso central das cinco atualizações. A nova assistente entra em beta apenas em inglês e roda em aparelhos como iPhone 16 ou posterior, iPhone 15 Pro, iPad mini com chip A17 Pro e Macs com M1 ou superior. O suporte a francês, japonês, coreano, português e espanhol chega em outubro; União Europeia e China ficam fora do lançamento inicial.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A promessa se cumpriu nesta segunda-feira, com o lançamento que acompanha as cinco atualizações de sistema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao ativar o recurso, quem atualiza para o iOS 27 encontra uma tela de configuração inédita, que pergunta se aceita compartilhar áudio e texto para treinar a Siri e os Foundation Models (os modelos de linguagem próprios da Apple). O lançamento também marca a estreia pública de John Ternus como CEO da Apple, cargo que assumiu em &lt;strong&gt;1º de setembro&lt;/strong&gt; após suceder a Tim Cook. Segundo o The Verge, o iOS 27 chegou junto com o watchOS 27, o iPadOS 27 e o visionOS 27 na mesma semana em que a Apple lançou o iPhone 18 Pro, reunindo hardware novo e o novo recurso de IA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Só o iPhone 15 Pro e o 15 Pro Max ficam de fora da exclusão que atinge o restante da linha 15: eles entram na lista de compatíveis com a Siri AI ao lado de todo iPhone 16 em diante. O corte segue o chip A17 Pro — presente nesses dois modelos Pro e ausente nas versões padrão do iPhone 15 —, que roda o Neural Engine (processa os modelos de IA direto no aparelho, sem depender da nuvem para toda tarefa). No iPad, o filtro é ainda mais estreito: apenas o iPad mini com chip A17 Pro embarca a nova assistente, enquanto os demais iPads precisam do M1 ou de um chip mais recente para rodar o recurso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A lista de aparelhos compatíveis também inclui Apple Watch Series 9 ou posterior, Apple Watch Ultra 2 ou superior e o headset Apple Vision Pro. Nesses casos, o requisito de chip segue a mesma lógica: processamento local suficiente para lidar com os modelos de linguagem sem travar o sistema nem exigir conexão constante com os servidores da Apple.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projeto de uma Siri com inteligência artificial nasceu em 2024. A Apple adiou a estreia um ano depois, em meio a atrasos internos de desenvolvimento. A versão que chega agora entra num mercado já ocupado por assistentes da OpenAI, da Anthropic e do Google — rivais que saíram na frente com modelos próprios de IA generativa. Para fechar essa distância, a Apple usa modelos menores desenvolvidos internamente, reforçados pelo Private Cloud Compute — sistema que processa pedidos mais pesados em servidores remotos, sobre infraestrutura do Google Cloud.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa também firmou parceria com o Google para usar o Gemini na construção de parte dos modelos que sustentam a Siri AI. O momento do lançamento carrega outro peso simbólico. O iOS 27 chega poucos dias depois do evento que apresentou o iPhone 18 e marca a primeira aparição pública de John Ternus como CEO da Apple, cargo que ele assumiu após suceder a Tim Cook.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Craig Federighi, vice-presidente sênior de engenharia de software da Apple, resume o objetivo por trás da Siri AI: “Na Apple, nossa missão sempre foi transformar o potencial das tecnologias avançadas em produtos úteis e intuitivos para todos, e isso nunca foi tão importante como hoje” (em tradução livre). A fala marcou a apresentação do recurso aos desenvolvedores. John Ternus, CEO da Apple desde 1º de setembro, ligou a assistente aos dados guardados no aparelho, como agenda e mensagens. “É inteligência pessoal que é de fato pessoal” (em tradução livre), disse ele no evento de lançamento do iPhone, na semana passada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cinco sistemas operacionais chegaram no mesmo dia, &lt;strong&gt;14 de setembro de 2026&lt;/strong&gt;. A Siri AI funciona como camada compartilhada entre iPhone, iPad, Mac, Apple Watch e Vision Pro — não como um app isolado. Esse desenho técnico explica o piso mínimo de hardware: chip M1 em Mac e iPad, A17 Pro no iPad mini e Watch Series 9 em diante, base necessária para rodar modelos de IA direto no aparelho, sem depender só da nuvem. A fragmentação por idioma e região expõe os limites desse modelo on-device (processado no próprio aparelho).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Siri AI abre em inglês. Francês, japonês, coreano, português e espanhol chegam só em outubro, enquanto União Europeia e China ficam fora por exigências regulatórias locais. O lançamento vira um teste de como leis de concorrência e privacidade moldam o ritmo de um recurso pensado para processar dados no próprio chip.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ficha técnica&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Item&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Especificação&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Idiomas futuros&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Francês, japonês, coreano, português e espanhol a partir de outubro de 2026&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Disponibilidade União Europeia&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Não disponível inicialmente no iOS, iPadOS e watchOS&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Disponibilidade China&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Não disponível&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Preço e disponibilidade&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Versão&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Preço&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Mercado&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Disponibilidade&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Siri AI&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;₹ 18,50 (≈ US$ 0,19)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Índia&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;12GB&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;₹ 99.900 (≈ US$ 1.041)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Índia&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;2 TB&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;₹ 749 (≈ US$ 7,81)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Índia&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;2 TB&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;₹ 2.999 (≈ US$ 31,25)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Índia&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;—&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Sem confirmação&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Preço da Siri AI ou de eventuais planos pagos não foi encontrado nas fontes.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Não foi possível confirmar se o acesso à Siri AI no lançamento exige lista de espera (CNBC) ou é liberado a todos os elegíveis (The Verge, 9to5mac).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Requisitos completos por dispositivo e país citados por outras fontes não puderam ser confirmados por falta de texto completo.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.resumer.com.br/posts/2026-09-15-siri-ai-estreia-em-beta-so-em-ingles-no-ios-27-ipados-27-e-macos-27&quot;&gt;Leia no resumer&lt;/a&gt;, com as fontes consultadas.&lt;/p&gt;</content:encoded><dc:creator>Redação resumer</dc:creator><media:content url="https://www.resumer.com.br/images/posts/2026-09-15-siri-ai-estreia-em-beta-so-em-ingles-no-ios-27-ipados-27-e-macos-27.jpg" medium="image"/><category>Lançamentos</category><category>Hardware</category><category>Software</category></item></channel></rss>