David Spriggs transforma tinta transparente em esculturas que flutuam no espaço. A técnica, desenvolvida em 1999, cria imagens que mudam conforme o observador se move. A experiência exige movimento e não pode ser totalmente registrada em fotos.
As folhas transparentes são pintadas ou impressas e dispostas em sequência para formar imagens volumétricas. A obra combina elementos de pintura, escultura e ilusão óptica, criando uma relação constante entre imagem, luz, espaço e o corpo do observador. A técnica de Spriggs é pioneira e se conecta com a cobertura do site sobre a interação entre arte, luz e espaço.
Cada camada é posicionada com precisão para formar esculturas volumétricas. A disposição das folhas altera a percepção de luz e espaço. A técnica foi pioneirada em 1999 e ainda é usada hoje. A interação do público é essencial para o efeito visual. A obra se transforma com o deslocamento do olhar, criando efeitos dinâmicos. A experiência é única, pois depende da participação do observador. A técnica foi pioneirada em 1999, estabelecendo base técnica para imagens volumétricas. Disponibilidade em diferentes países ainda não foi confirmada
Com informações de designyoutrust.com.



