Blender lança BUI, uma biblioteca de interface gráfica baseada na interface do próprio software. A nova ferramenta ganha suporte a frameworks como Qt, React e Dear ImGui.
A versão C é o núcleo da biblioteca BUI, que oferece desempenho otimizado com renderização em GPU. BUI não é o Blender, nem um navegador, nem uma reimplementação, mas uma portabilidade da interface do Blender. A biblioteca suporta múltiplos idiomas e frameworks, incluindo Python, Rust, JavaScript/React, C, C++ e Dear ImGui. Também é compatível com tkinter, Qt, componentes do Blender, HTML/CSS, Tailwind e React. A BUI está disponível no GitHub e no site, sem data ou preço no Brasil informados. Blender, uma ferramenta de criação 3D popular, está explorando novas formas de desenvolver interfaces de usuário com a biblioteca BUI, que busca oferecer maior eficiência e suporte a múltiplos frameworks.
A BUI também inclui componentes do próprio Blender, como 45 widgets e editores, que facilitam a criação de interfaces com funcionalidades específicas da ferramenta. Esses componentes ajudam a acelerar o desenvolvimento, já que os desenvolvedores não precisam reinventar a roda. A compatibilidade com múltiplos idiomas permite que a interface seja adaptada para diferentes mercados, sem perder a qualidade visual ou a usabilidade. A renderização em GPU garante que as interfaces sejam carregadas rapidamente, mesmo em sistemas com recursos limitados.
Blender busca eficiência com nova biblioteca de interface
A nova biblioteca é baseada na interface do próprio software e ganha suporte a frameworks como Qt, React, Dear ImGui e componentes do próprio Blender. A versão em C é o núcleo da BUI, o que garante que ela execute com eficiência em diferentes plataformas. Desenvolvedores ganham flexibilidade ao usar Python, Rust, JavaScript/React ou C++, além de componentes do próprio Blender. A biblioteca suporta múltiplos idiomas e frameworks, mas não é compatível com todos os ambientes, o que pode limitar sua utilização em certos casos.
Com informações de macmagazine.com.br, gizmochina.com e notebookcheck.net.
Fontes
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